Análise Press Start – Ghost Recon: Wildlands



A Análise Press Start de hoje é sobre o capítulo mais recente de uma franquia que faz bonito no mercado há mais de 15 anos. Confira o que achamos de Ghost Recon: Wildlands.

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Uma repaginada no estilo Ghost Recon de ser  

Desde que seu primeiro game foi lançado, lá em 2001, a série Ghost Recon tem um estilo próprio de ser. Um gameplay direto e restrito, onde era preciso ir do ponto A ao B, e nada mais.

Essa falta de variedade era sempre uma das maiores críticas dos fãs e analistas com relação aos jogos da franquia, e Wildlands chega para finalmente atender aos pedidos e dar a tão necessária cara nova a um dos nomes mais tradicionais da indústria dos games.

Ghost Recon: Wildlands traz um mundo aberto absolutamente gigantesco, e faz isso de uma maneira bastante única. O game apresenta uma mistura louca com elementos de outros jogos de sucesso, como os recentes Just Cause 3 e GTA V.

O cenário que abriga toda essa novidade é da Bolívia. Somos introduzidos em um mundo ‘vivo’ com armas, veículos, civis e bandidos. São 21 regiões espalhadas pelo mapa, cada uma com diferentes climas, culturas e comportamentos. É preciso sempre um ‘approach’ diferente para conquistar esses lugares.

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É sempre melhor estar com amigos!  

A jornada dos jogadores pela perigosa terra boliviana é sempre acompanhada de três outros Ghosts. O mais interessante disso é que você pode tanto usar personagens controlados pela inteligência artificial, quanto se juntar a outras pessoas reais.

O Cartel de Santa Blanca é o alvo principal dos Ghosts, e é preciso bastante trabalho para finalmente chegar ao chefão por trás de toda a operação: El Sueño.

E assim como a quantidade de inimigos e regiões impressionam, as maneiras com as quais podemos derrubar os primeiros, e conquistar as segundas, também são praticamente infinitas. Sempre há diversos caminhos e ângulos a serem explorados. Seu estilo é ‘vida loka’? Então vá com metralhadoras em mão e nenhum senso de risco. Mas se sua escolha é mais tranquila, matando um por um com seu rifle sniper, Wildlands vai te oferecer essa opção.

Um outro ponto que merece todos os elogios é o fato de que as missões secundárias realmente importam. É possível coletar informações nelas que ajudam nas quests principais. Cada missão aceita constrói um novo caminho em Ghost Recon: Wildlands.

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Mas e como está o gameplay?  

Se muita coisa mudou nas características principais de Ghost Recon, Wildlands ainda tem uma jogabilidade clássica da franquia.

As táticas metódicas, com aquele famoso ‘cover and shoot’, e uma sensação verdadeira de ser um militar estão presente durante nossa estadia na Bolívia. Só que isso tudo parece ser um pouco mais realista do que o normal. Cada arma é diferente, e a precisão chega a assustar.

Algo que complementa o gameplay de maneira excelente é o nível de customização. É possível fazer upgrade nos atributos de seu Ghost de acordo com seu estilo de jogo.

Ainda é possível customizar o seu loadout, ou seja, os equipamentos que você leva consigo. Você pode mudar, por exemplo, cada característica de sua arma, desde o silenciador até as miras.

O que não gostamos  

Ghost Recon: Wildlands recebeu bastante elogios de nossa parte, mas também precisamos alertar para os pontos negativos do game.

As mecânicas de pilotagem são bem ruins. Em todo momento em que precisamos subir numa moto, num carro ou até mesmo em um helicóptero, a sensação era ‘me tira logo daqui!’.

E infelizmente esse ponto se repetiu bastante, já que o mapa enorme praticamente exigia o uso de veículos para uma locomoção mais rápida.

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CONCLUSÃO:

Ghost Recon: Wildlands certamente estará na lista dos melhores games de 2017 ao fim do ano. A mistura ideal de um cenário gigantesco e fantástico, com personagens totalmente customizáveis e um gameplay frenético conseguem ofuscar uma pilotagem defeituosa.

PONTOS POSITIVOS:

  • Mapa aberto enorme e variado
  • Jogabilidade acelerada

PONTO NEGATIVO:

  • Pilotar veículos é frustrante

NOTA: 9/10

Gostaríamos de agradecer à Ubisoft, que nos cedeu uma cópia de Ghost Recon: Wildlands para PS4, plataforma usada nesta análise.



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