Análise Press Start – Dragon Ball Xenoverse 2



Na Análise Press Start de hoje, vamos nos teletransportar para um dos universos mais fantásticos já criados pelo homem. Após uma boa impressão com o primeiro jogo da franquia, será que a Bandai/Namco acertou em Dragon Ball Xenoverse 2?

Dragon Ball Xenoverse Super Saiyajin 2

Quem jogou o primeiro Xenoverse, vai encontrar muitas similaridades no estilo de jogo de seu sucessor. A começar pela trama, que nos coloca na pele de um patrulheiro do tempo, que deve reviver as maiores aventuras de Dragon Ball para evitar que alterações sejam feitas na história.

Assim como no primeiro game, podemos personalizar completamente nosso personagem, a começar pela raça, que pode ser escolhida dentre cinco opções (Majin, Saiyajin, Terráqueo, Namekuseijin e Frieza), cada uma com suas características específicas, como maior ataque ou defesa, por exemplo.

Todo o sistema de customização de Xenoverse 2 é bem mais profundo e detalhista que o de seu antecessor. A variedade de opções que temos ao nosso dispor para criar o herói mais personalizado possível é impressionante.

Outra coisa que melhorou em relação ao primeiro Xenoverse é a cidade do game. Toki Toki City era simples demais, e foi substituída pela imponente Conton City, sete vezes maior que a anterior, sendo lar de um número absurdo de jogadores e NPC’s.

Ao longo das cerca de 40 horas de gameplay no modo história, passamos por diversas eras e sagas de Dragon Ball, encontrando eventos e personagens icônicos da série, incluindo filmes e o mais recente anime Dragon Ball Super.

Um dos pontos altos de Dragon Ball Xenoverse 2 é o ‘roteiro’. Os diálogos são absolutamente bem escritos, mantendo a tradição do anime, misturando na dose ideal a quantidade de drama com momentos cômicos.

Mas Dragon Ball é 90% pancadaria… Como está a jogabilidade?

Pois é, quem assistiu ou assiste ao anime de Dragon Ball, sabe que a maioria do tempo no desenho se passa em combates violentos e espetaculares entre os personagens. Em Xenoverse 2 não é diferente, e seguindo a linha do primeiro game, as lutas acontecem no estilo 3D, com movimentação livre pelo cenário.

Assim como em seu antecessor, Xenoverse 2 é dono de um gameplay frenético e envolvente, com cenários destrutíveis e em constante mudança. O interessante é que a jogabilidade é amigável aos iniciantes, mas desafiadora, ao mesmo tempo, para os veteranos, que buscam combos mais complexos.

Talvez o maior problema da jogabilidade seja a câmera, assim como no primeiro Xenoverse. Em momentos que exigem um ângulo mais fechado, é fácil ficar ‘agarrado’, e perder completamente a noção do que está acontecendo.

E os gráficos e sons?

O Dimps, estúdio responsável pela produção de Dragon Ball Xenoverse 2 resolveu novamente apostar no cel-shading, uma técnica usada na renderização de imagens 3D que deixam o resultado final com aparência 2D.

Isso quer dizer que temos um nível altíssimo de gráficos, mas mantendo tudo fiel ao que vemos nos animes e filmes de Dragon Ball. Mais uma vez o Dimps merece aplausos nesse quesito.

Mas o que novamente deixa a desejar são os cenários. Apesar de toda a destrutibilidade citada acima, os mapas são ‘sem vida’. Tudo é muito vazio e com poucos detalhes.

Já a parte sonora cumpre seu papel. As dublagens presentes em Xenoverse 2 são apenas em inglês e japonês, e os sons de combate e destruição são bons.

CONCLUSÃO:

Dragon Ball Xenoverse 2 é o melhor jogo já feito baseado na franquia de Akira Toriyama. Com centenas de personagens jogáveis, a possibilidade de criar um novo herói e introduzi-lo na história, e um sistema de combate bastante divertido, o game é compra certa!

PONTOS POSITIVOS:

  • Praticamente todos os personagens de Dragon Ball
  • A nova Conton City
  • Combate frenético e divertido

PONTOS NEGATIVOS:

  • Câmera pode atrapalhar a luta
  • Cenários ‘pobres’

NOTA: 8/10



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