Análise Press Start – DmC: Devil May Cry



É hora de encarar seus demônios… em 1080p, a 60 frames por segundo! Vamos analisar a versão definitiva do sucesso de vendas da Ninja Theory/Capcom, DmC: Devil May Cry.

2015 é (e ainda será) um ano muito especial para os fãs da série Devil May Cry. Os aficionados terão o prazer de jogar dois dos jogos mais aclamados da franquia em edições especiais remasterizadas para os consoles da nova geração. Ainda sem data confirmada de lançamento, Devil May Cry 4 ganhará uma versão nova, e o mais recente lançamento da Capcom, DmC, recebeu uma recriação do game com todos os DLC’s e principalmente com o upgrade para 1080p, a 60 frames por segundo.

Quem jogou a versão original vai se sentir tentado a comprar a nova. Não se trata apenas de uma remasterização para o PS4 e o Xbox One, é muito mais que isso. Os gráficos melhoraram, é verdade, mas a edição definitiva de DmC traz uma fluidez impressionante e viciante ao combate, o que é o melhor aspecto de qualquer jogo da série. Os golpes em sequência aplicados por Dante e Vergil são muito mais bonitos e responsivos aos comando dados no controle.

Para quem não teve a oportunidade de jogar o game lançado para PS3 e Xbox 360, a história de DmC se desenrola anos antes dos acontecimentos dos jogos anteriores, mostrando Dante e Vergil bem mais novos, em busca de vingança contra o poderoso demônio Mundus, que matou a mãe dos protagonistas e baniu seu pai, um destino muito pior que a própria morte. Com a ajuda da ‘fiel escudeira’ Kat, Dante entra e sai do limbo, progredindo na história e se aproximando cada vez mais do rei do submundo.

A partida daí, a ação é incessante, enfrentando desde inimigos gordos voadores, a perigosos demônios carregando motosserras. Assim como é tradicional aos games da franquia, os chefões são ponto alto na história. Cada um mais difícil que o anterior, te fazendo perder incontáveis minutos para descobrir as fraquezas de cada um deles. Cada missão é repleta de áreas secretas, onde se realiza desafios em troca de um aumento do HP do personagem.

DmC Devil May Cry: Definitive Edition inclui todo o conteúdo e ação estilosa do original, mais todos os DLC’s lançados, incluindo a campanha extra ‘Queda de Vergil’, mais ajustes e conteúdos inéditos, tornando este o pacote definitivo para fãs da série. Vergil finalmente ganha seu próprio Modo Bloody Palace nesta versão. roupas baseadas nos designs clássicos da franquia agora estão disponíveis para os dois personagens, e também há um novo nível de dificuldade – Gods Must Die – em que os inimigos aparecem todos com Devil Trigger ligado e não é possível usar itens. Para deixar as coisas ainda mais interessantes, há alguns modificadores de jogabilidade: o Modo Hardcore muda o balanço do jogo inteiro, deixando o sistema de estilo mais severo, o dano causado pelos inimigos maior, a janela de esquiva e contra-ataque menor e o comportamento do Devil Trigger diferente. Já com a opção ‘Estilo Obrigatório’ ligada, os inimigos só recebem dano a partir do momento em que você atinge (e mantém) a nota de estilo S ou maior. Ainda é possível ligar o Modo Turbo, acelerando a jogabilidade em 20%. Esses modificadores podem ser ativados ou combinados nos diferentes níveis de dificuldade, proporcionando um nível de personalização inédito. E agora ainda há um lock-on manual opcional que também revela a barra de vida dos inimigos, como nos DmC’s clássicos.

Talvez a única ‘reclamação’ a ser feita é relacionada aos gráficos, que apesar de terem melhorado em relação ao jogo original, ainda não são next-gen. Mesmo em algumas cut-scenes, não se tem a sensação de estar aproveitando o máximo dos novos consoles, ainda que isso não influa em nada na diversão que se tem jogando DmC.
CONCLUSÃO:

DmC: Definitive Edition é uma excelente opção para todos os fãs da série, mesmo aqueles que já jogaram a versão da geração passada dos consoles. O upgrade para 1080p, a 60 frames por segundo, além de todo o conteúdo adicional, fazem valer a compra.
PONTOS POSITIVOS:

– Os 60 fps melhoraram ainda mais o sistema de combate
– Acesso a todo o conteúdo adicional já lançado


PONTOS NEGATIVOS:

– Gráficos não são tão bons quanto um next-gen deve ser

 
NOTA: 9/10

 

*Gostaríamos de agradecer à Capcom, que nos cedeu uma cópia de DmC: Devil May Cry para PS4, plataforma usada nesta análise.



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