Análise Press Start – Destiny: Rise of Iron



Uma pequena pausa no mês dos games esportivos para dar uma olhada no mais novo capítulo de uma das franquias de maior sucesso na atualidade. A Análise Press Start de hoje será sobre a expansão Rise of Iron, de Destiny.

De volta ao magnífico universo de Destiny

Já estamos no terceiro ano de vida de Destiny, um game que recebeu um hype enorme antes de ser lançado, e correspondeu às expectativas da maioria. Isso pode ser atestado pelo fato de que mesmo após esse tempo todo, a base de jogadores que ainda estão ativos é enorme, e não para de crescer.

E é justamente para estes jogadores que a Bungie fez Rise of Iron. Se você não gostou de Destiny, a expansão não vai mudar sua opinião. Afinal, não há nenhuma mudança drástica na jogabilidade ou na experiência geral do jogo.

Além disso, simplesmente para jogar Rise of Iron, você é obrigado a ter todo o conteúdo anterior já lançado. Talvez pensando nisso, a Bungie e a Activision lançaram uma versão definitiva, chamada Destiny: The Collection, que traz todo o material possível do game.

Mas se você, como a gente aqui do Press Start, é viciado em Destiny, então pode pegar sua mala e embarcar no trem do hype. Rise of Iron nos leva novamente a esse universo maravilhoso com criaturas alienígenas que portam armas pesadas, lançam magias e podem até te esmagar com um simples soco.

A história de Rise of Iron

Não é mistério para ninguém que já joga Destiny que as tramas não são muito bem desenvolvidas. Não há aquela história enorme, com reviravoltas e surpresas que vão te deixar de queixo caído.

Mas a breve campanha de Rise of Iron, que dura em torno de 4 a 5 horas, nos põe de frente com o último Iron Lord, Saladin, e uma horda de Fallens geneticamente melhorados, chamados Splicers, e uma tecnologia antiga e incontrolável.

Essa tecnologia, conhecida como SIVA, é responsável por alterar drasticamente o ambiente da Rússia Antiga, infectando tudo que toca, transformando toda a área próxima ao Cosmodromo em um verdadeiro inferno.

O que mais merece destaque na campanha de Rise of Iron são seus novos chefões. O padrão de qualidade Destiny foi mantido, exigindo muita estratégia, paciência e principalmente técnica para vencê-los.

Mas fica o aviso: se você ainda não possui um set lendário, e ainda está abaixo do nível 300 de Luz, a chapa vai esquentar pro seu lado. Praticamente todos os inimigos têm capacidade de te matar em segundos, portanto é melhor ir preparado.

Mas o melhor fica para o final… ou para depois dele!

Como de costume, a diversão maior de Destiny e suas expansões rola após os créditos finais da campanha. A partir da cena final da história principal, somos apresentados a uma sequência de quests bem mais difíceis, e que podem te recompensar com armas exóticas, que ampliam um pouco mais a lore do game.

E claro, o multiplayer recebeu algumas novidades bem interessantes. O Crisol ganhou dois novos modos de jogo, chamados Supremacy e Rumble Supremacy, uma espécie do popular Kill Confirmed de Call of Duty. Esses modos, além dos antigos, é claro, casam perfeitamente com os quatro novos mapas

Outra novidade é a nova arena Archon’s Forge. Trata-se de um evento público com uma série de desafios frenéticos que você pode fazer com amigos ou desconhecidos nas Terras Pestíferas.

Resumo das novidades de Rise of Iron:

  • Nova Campanha e novas missões
  • Novas armas e equipamentos
  • Nova Raid
  • Aumento do limite de Luz
  • Nova Strike
  • Terras Pestíferas
  • Nova Zona Social
  • Novos mapas e modos para o Crisol

CONCLUSÃO:

Rise of Iron é o ápice do trabalho realizado pela Bungie em Destiny. Tudo que foi feito ao longo dos últimos dois anos culmina em uma expansão que consegue aumentar o nível de qualidade e entretenimento entregues aos fãs.

PONTOS POSITIVOS: 

  • Nova Campanha
  • Novidades no multiplayer
  • Muitos novos equipamentos e armas

PONTO NEGATIVO:

  • Campanha poderia ser maior

NOTA: 9,5/10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu uma cópia de Destiny: The Collection para PS4, plataforma usada nesta análise.



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