Análise Press Start – Destiny 2



A Análise Press Start de hoje vai nos levar de volta ao papel de Guardiões da Galáxia, mas não estamos falando do filme da Marvel. Confira o que achamos de Destiny 2.

Já podemos começar este review dizendo que Destiny 2 é muito superior ao primeiro game. Com isso dito, temos agora que explicar o motivo de tal superioridade. Estruturalmente os jogos são bem parecidos, com uma mecânica de tiro muito divertida e eficaz, aliado a um sistema de loot capaz de fazer você refazer uma área diversas vezes atrás de um certo item.

Mas o primeiro ponto que coloca Destiny 2 muito a frente do primeiro é a quantidade exorbitante de coisas para se fazer. A Campanha principal te introduz às quatro áreas do jogo que você pode explorar. Em cada uma delas, existem diversas atividades opcionais para escolher, como as Aventuras, novidade dessa versão que funcionam como uma espécie de missões secundárias, que complementam a história principal. Os Setores Perdidos, áreas escondidas do mapa, funcionam como masmorras, repletas de inimigos e chefões poderosos, mas com um loot incrível no fim da linha. Ainda há os Eventos Públicos e as Patrulhas, que já são velhos conhecidos do primeiro Destiny. Isso sem falar nos Assaltos e no Crisol. Ufa… é MUITO conteúdo!

Apesar de tanta coisa à mesa, é muito simples se guiar em Destiny 2. Esse é outro ponto que dá vantagem ao game em relação a seu antecessor. As missões da Campanha funcionam muito mais como uma forma de aclimatação para o jogador. Existem, inclusive, algumas que são travadas para um nível mínimo, te forçando a buscar XP em outros modos de jogo antes de prosseguir na Guerra Vermelha.

Falando um pouco mais da história em si, a Campanha conta como Ghaul, o líder da Legião Vermelha ataca a Terra, destrói praticamente tudo em seu caminho, incluindo a Torre do primeiro Destiny, e deixa os humanos reduzidos a uma última cidade. O conquistador ainda sequestra o Viajante, tirando a Luz dos Guardiões. E isso é só a primeira missão…

A Luz, aliás, não é mais o nome dado a seu nível quando você acessa a tela que mostra seu personagem e seus equipamentos. Agora é o Poder que determina quão forte seu Guardião é. E, diferente do primeiro jogo, é muito mais simples e satisfatório upar esse quesito. Não é mais preciso ficar refazendo diversas vezes o mesmo Assalto, por exemplo, para conseguir acesso a novos itens e modos de jogo.

E os itens e equipamentos são bem variados em Destiny 2. São vários tipos de armaduras, manoplas, fuzis automáticos, de pulso, submetralhadoras, capas, botas… Enfim, não faltam opções de customização. E quando você atinge o level cap, os engramas brilhantes te dão acesso a tonalizadores, emotes e muito mais.

Isso tudo pode ser feito sozinho, mas, inegavelmente, Destiny 2 é mais divertido na companhia de outras pessoas. Seja aliado a jogadores que você nunca viu, para acionar um Evento Público Heroico, ou ao lado dos amigos nas horas que passamos na Raide. Além disso, agora temos os Clãs, que podem te dar diversos benefícios, como equipamentos lendários, por exemplo. Por último, os Jogos Guiados são uma maneira que o jogo encontra de preencher aquela última vaga de um grupo prestes a começar um Anoitecer ou uma Incursão. Essas duas últimas são a prova cabal de que sozinho ninguém sobrevive. É preciso um nível altíssimo de cooperação e comunicação. Isso sem falar, é claro, na sua qualidade com a arma na mão.

Como já havíamos dito na análise da Beta, os Guardiões agora possuem uma nova habilidade de suporte para cada classe: Os Titãs ganharam uma parede protetiva; os Arcanos podem criar um domo que cura você e seus aliados; e os Caçadores agora têm uma esquiva e recarregamento de armas bastante útil.

Além disso, existem as novas subclasses e seus ataques especiais. As Sentinelas, dos Titãs, possuem um incrível escudo, bastante usado para suportar hordas inimigas; A Dawnblade, dos Arcanos, tem a capacidade de flutuar enquanto, com uma espada em chamas, dispara projéteis absolutamente letais; e o Arcstriker, dos Caçadores, ganha uma espécie de bastão e é capaz de aplicar uma sequência de golpes avassaladores.

CONCLUSÃO

Destiny 2 é o resultado da soma entre tudo que deu certo no primeiro game a tudo que a comunidade vinha pedindo. O jogo está lindo, a jogabilidade suave, precisa e divertida, conteúdo para dar e vender, e ainda teremos um longo período de novidades pela frente.

PONTOS POSITIVOS

  • MUITO conteúdo
  • Gráficos muito bonitos
  • Fãs foram ouvidos

PONTOS NEGATIVOS

  • Não há!

NOTA: 10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu uma cópia de Destiny 2 para PS4, plataforma usada nesta análise.



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