Análise Press Start – Dark Souls III: Ashes of Ariandel



A Análise Press Start de hoje vai nos levar de volta ao macabro e mortal universo de Dark Souls III. Mas desta vez, vamos mergulhar em um mundo gelado, com criaturas grotescas, e morrer várias e várias vezes… Confira o que achamos de Ashes of Ariandel.

Novos inimigos, desafios, cenários e, claro, mortes

Ashes of Ariandel é o primeiro dos conteúdos adicionais planejados para Dark Souls III. O aclamado game da From Software mantém sua tradição de trazer novas aventuras para aqueles que conseguiram superar os desafios do game principal e querem mais gostinho da ação.

A DLC pode ser acessada através da Capela Purificadora, segundo bonfire da Catedral das Profundezas. Lá, um homem está ajoelhado ao lado do altar, e pede por sua ajuda. Ao tocar num pedaço de uma pintura, somos sugados para ela e transportados para o longínquo território de Ariandel.

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A primeira impressão que temos de Ariandel é de que há muito o que explorar. O efeito da constante neve flutuado ao nosso redor praticamente zera nossa capacidade de ver o que está ao longe, e cada novo passo pode ser o último.

Esta terra coberta de neve em Lothric é lar de vários inimigos absolutamente mortais. Com menos de 15 minutos de jogo já encontramos o primeiro dos muitos desafios de Ariandel: um lobo gigante e sua alcateia. A batalha é repleta de emoção, e temos que estar com a esquiva em dia para vencê-la.

Ainda falando dos inimigos, temos que falar, é claro, dos chefões. São apenas dois, um deles sendo opcional, enquanto o outro é requisito para completarmos a DLC. E que luta tivemos contra ele. Foram pelo menos duas horas e dezenas de tentativas de entender seus padrões de movimentos e ataques, para encontrar as brechas para nossos golpes. Cut-scenes belíssimas pontuam o fim de Ashes of Ariandel. 

Para encarar toda essa dificuldade, tanto dos inimigos mais comuns, quanto dos chefões, Ashes of Ariandel apresenta um grande números de novos equipamentos. São 16 novas armas e escudos, 5 novos sets de armadura, 4 novos feitiços, um novo anel e mais.

Talvez a maior novidade de Ashes of Ariandel seja sua arena PVP. Para acessá-la, é preciso conseguir um item ao longo da DLC. Com isso feito, abrem-se as portas para diversos tipos de combate. É possível duelar mano-a-mano, no cada um por si, para até seis jogadores, e nas batalhas em grupo, com 2×2 e 3×3.

A From Software, como sempre, ouve seus jogadores, e colocou regras na arena. Elas são basicamente as mesmas estabelecidas de maneira informal pelos gamers, como ausência de Frascos de Estus, por exemplo.

Com duração média de oito a dez horas, Ashes of Ariandel é uma das DLC’s mais curtas se avaliarmos os jogos de Dark Souls e Bloodborne. Porém, seu curto tempo de gameplay é do mais puro estilo Souls. Mortes, inimigos desafiadores, mais mortes, cenários deslumbrantes e, é claro, mais um pouco de morte.

CONCLUSÃO:

Ashes of Ariandel eleva o patamar de dificuldade imposto por Dark Souls III. Com inimigos mortais e cenários traiçoeiros, a DLC exige bastante nível dos jogadores. Apesar da curta duração, a experiência é fantástica, tanto em sua história, quanto na arena PVP.

PONTOS POSITIVOS:

  • Inimigos variados
  • Cenário belíssimo
  • Arena PVP

PONTO NEGATIVO:

  • Curta demais

NOTA: 9,5/10

Gostaríamos de agradecer à Namco/Bandai, que nos cedeu um Passe de Temporada de Dark Souls III para PS4, plataforma usada nesta análise



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