Análise Press Start – Call of Duty: World War II (The Resistance)



A Análise Press Start de hoje retorna ao aclamado Call of Duty: World War II para conferir a primeira grande expansão do game. Confira o que achamos de The Resistance.

Desde seu lançamento, Call of Duty: World War II vem recebendo uma série de conteúdos gratuitos, que aumentam bastante a longevidade do game. Agora, a primeira expansão paga, The Resistance, introduz três novos mapas para o Multiplayer, uma nova Operação para o Modo Guerra, e mais um capítulo para o Zombies. Como de costume aqui no Press Start, vamos avaliar cada um deles em separado.

Valkyrie

O primeiro mapa que iremos avaliar é Valkyrie. Situado na Prússia, e inspirado no Wolf’s Lair, quartel-general de Hitler durante a Operação Barbarossa. O mapa é de tamanho pequeno pra médio, com diversas pequenas construções que permitem um combate mais próximo, que favorece as Submetralhadoras e escopetas. O meio do mapa possui uma longa linha de mira, o que também inclui as snipers e os rifles na brincadeira. O ritmo é acelerado e a fluidez do gameplay é perfeita.

Anthropoid

Se Valkyrie é pequena/média, Anthropoid é seu oposto. Sem dúvida o maior dos mapas multiplayer de Call of Duty: World War II, é localizado em Praga, na época da Checoslováquia. Além de ser o maior, é também o mais vertical dos mapas, e favorece o uso de metralhadoras leves e snipers. Rifles, submetralhadoras e escopetas ficam restritos a um ambiente mais central, e sofrem ao percorrer os flancos.

Occupation

Como já virou costume nos últimos pacotes de DLC de Call of Duty, um dos mapas incluídos na expansão é um remake de algum clássico da franquia. Occupation é uma roupagem nova para o divertido Resistance, de Modern Warfare 3. A temática da vez envelopa o mapa com as ruas de Paris durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial. Assim como sua inspiração, Occupation tem um ritmo mais cadenciado e rotaciona muito bem. Não fosse por Valkyrie, seria o melhor dos três integrantes da DLC.

Operação Intercept

Quando o Modo Guerra foi anunciado para Call of Duty: World War II, muita gente ficou com um pé atrás. Mas, assim que tivemos acesso ao jogo, já na beta, percebemos que é uma das features mais divertidas do game. Depois de jogarmos exaustivamente os três mapas inclusos no jogo base, Operação Intercept chega dando uma necessária renovação na rotação dos mapas.

Dividida em três partes, os jogadores alternam entre ataque e defesa onde devem resgatar ou manter soldados da resistência, proteger ou destruir equipamentos de comunicação e escoltar ou impedir o avanço de um tanque. O ritmo do gameplay é o mais acelerado dentre as disponíveis no Guerra, com um mapa reduzido, mas diversificado nas rotas de conflito.

A parte final pende mais para o lado que defende, por conta do caminho estreito, quase claustrofóbico por onde o tanque deve percorrer, mas é justo o suficiente para que os atacantes tenham sucesso. Griffin ainda é nossa favorita, mas Intercept divide o segundo lugar com Breakout.

The Darkest Shore

Na continuação dos eventos que aconteceram no jogo base, The Darkest Shore amplia ainda mais o terror aplicado pela Sledgehammer Games no Zombies de Call of Duty: World War II. Uma fortaleza nazista em uma ilha já é o suficiente para assustar, não é mesmo? Imagine repleta de zumbis sedentos por seu sangue…

As mecânicas de gameplay seguem a linha do primeiro capítulo, com a adição de uma fantasmagórica névoa que torna impossível ver a um palmo de distância. E além dos inimigos de The Final Reich, agora existe uma criatura assustadora e traumatizante com vários braços que teima em não morrer (de vez!).

No geral, The Darkest Shore é uma experiência mais uma vez assustadora e divertida, que desenrola ainda mais a trama do Zombies.

CONCLUSÃO

The Resistance é umas das melhores DLCs que um Call of Duty já teve. Todos os mapas do Multiplayer são excelentes, a nova Operação do Guerra briga para a ser a melhor, e The Darkest Shore consegue expandir com sucesso a experiência do Zombies. Compra obrigatória para quem curtiu e ainda joga o game base.

NOTA – 10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu uma cópia da DLC The Resistance para PS4, plataforma usada nesta análise.



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