Análise Press Start – Call of Duty: Infinite Warfare (Sabotage)



A Análise Press Start de hoje nos leva de volta ao lançamento mais recente da franquia Call of Duty. Cola com a gente para saber o que achamos de Sabotage, o primeiro pacote de DLC de Infinite Warfare.

Uma excelente base para o que está por vir!

Call of Duty: Infinite Warfare luta desde mesmo antes de seu lançamento contra opiniões negativas com relação ao seu cenário e jogabilidade futuristas. Apesar do descontamento de boa parte da comunidade, o game é bastante divertido, e você pode conferir o que achamos dele clicando AQUI.

Sabotage, como o primeiro pacote de DLC de Infinite Warfare, tem a difícil missão de mostrar aos jogadores o que a Infinity Ward tem planejado para o restante da temporada.

E o resultado que temos em mãos é absolutamente positivo. Como já virou costume, a DLC introduz quatro novos mapas para o modo Multiplayer, além de um novo episódio do sempre aguardado Zombies. Vamos avaliar cada um deles em separado.

Dominion

E vamos começar pelo mapa que já possui um certo espaço no coração dos jogadores mais antigos de CoD. Dominion é um remake do clássico e aclamado Afghan, de Modern Warfare 2.

O mapa segue o padrão circular de sua inspiração, e possui dimensões enormes. O meio da área é bastante amplo e proporciona aos jogadores a possibilidade de usar tanto armas de curto quanto de longo alcance.

O mais interessante de termos um mapa como Dominion inserido no game é que ele funciona de maneira absolutamente diferente do restante do que já temos em Infinite Warfare. A ausência de muitos prédios e construções dá aos snipers diversos pontos excelentes para ‘camperar’ e fazer a festa.

Renaissance

Talvez o mapa que menos colorido de todos, Renaissance supera esse fator trazendo um sentimento mais ‘Old School’ de Call of Duty para Infinite Warfare.

Apesar da ausência de um cenário mais colorido, o nível de detalhes presentes em Renaissance impressiona. Realmente se tem a sensação de estar nas ruas da Itália.

O mapa é de tamanho médio, com vários pontos de confronto ao longo de caminhos que possibilitam muitos wallruns e movimentos avançados.

Se em Dominion os snipers são privilegiados, o mesmo não acontece em Renaissance. São poucos os pontos de conforto para se camperar, e o recomendado é usar SMG’s e assault rifles.

Neon

Se criticamos a ausência de cor em Renaissance, Neon pode ser considerado exatamente o oposto disso. O mapa traz uma explosão de cores vibrantes, com texturas incríveis.

O design de Neon é diferente de todo o resto que encontramos em Infinite Warfare. A ação se passa em uma espécie de realidade virtual, e carros e jogadores explodem em cubos ao serem destruídos e mortos, respectivamente.

Definitivamente Neon é o menor mapa da DLC, e traz uma sensação altamente futurista ao campo de batalha. É bom estar com seu reflexo em dia, pois a ação frenética vai exigir o máximo de você.

Noir

O últimos dos quatro novos mapas do Multiplayer que Sabotage traz é Noir. E ele é incrivelmente bonito. Localizado em uma Brooklyn futurista, o cenário é bastante agradável aos olhos.

Apesar de toda a beleza noturna de Noir, ele pode ser considerado o menos favorito dessa DLC. Durante o tempo em que testamos Sabotage, a comunidade quase sempre optava por outro mapa na rotação.

Isso talvez se deva ao alto nível de dificuldade para se sobressair em Noir. Seu design apresenta muitas esquinas, o que geralmente acaba causando mortes para os mais despreparados.

O mapa é de tamanho pequeno e tem um ritmo muito acelerado. O que influencia ainda mais no alto números de mortes é seu desenho mais vertical, com vários pontos mais altos com boas vistas para se atacar os inimigos.

Rave in the Red Woods

Fantástico! Essa é a palavra que melhor define esse novo mapa de Zombies de Infinite Warfare. Dando sequência ao já maravilhoso trabalho feito em Zombies in Spaceland, ele é sem dúvidas o ponto alto de Sabotage.

Somos colocados na ação apenas com nossas mãos para abrir caminho entre os zumbis. Tudo começa dentro de uma cabana, tradicional cenário de filme de terror, e por lá, encontramos algumas armas melee, como um machado e um taco de golfe, que dão um prazer sadístico ao esmagarmos cabeças com elas.

Rave in the Red Woods tem um ritmo acelerado, como de costume nos mapas de Zombies, e seu tamanho é enorme. Há muito para se explorar, e muitos coisas a serem feitas para se chegar nos níveis mais altos.

Levando o nome do mapa ao pé da letra, é possível encontrar extintores que disparam uma espécie de alucinógeno nos zumbis, causando uma explosão de cores psicodélicas, o que dá um certo tom de variedade ao sempre escuro mundo do modo .

CONCLUSÃO:

Sabotage sem dúvidas é um dos melhores pacotes de DLC que Call of Duty recebeu nos últimos anos. A Infinity Ward soube aproveitar ao máximo o potencial que tinha em mãos, misturando sensações de nostalgia e novidade na medida certa.

PONTOS POSITIVOS:

  • Mapas variados e divertidos no Multiplayer
  • Rave in the Red Woods é fantástico

PONTO NEGATIVO:

  • Não há

NOTA: 10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu um código de acesso à Sabotage no PS4, plataforma usada nesta análise.



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