Análise Press Start – Call of Duty: Infinite Warfare (Retribution)



A Análise Press Start de hoje encerra um ciclo importante. Depois de três anos no futuro, a franquia Call of Duty vai retornar ao passado. E esse é o review da DLC derradeira de Infinite Warfare, Retribution.

Como já virou uma regra, as DLCs de CoD sempre trazem quatro novos mapas para o Multiplayer, e um novo capítulo para o Zombies. Vamos falar separadamente de cada um deles.

Altitude

Baseado em um shopping center, o mapa explora bastante as virtudes de Infinite Warfare. A movimentação avançada é quase que obrigatória se você quieser ter sucesso em Altitude.

A ação é bastante frenética com diversos pontos onde os jogadores podem ficar de tocaia para surpreender os inimigos, e ainda existem vários caminhos alternativos, te deixando sempre com medo de ser surpreendido por trás.

Carnage

Carnage parece uma mistura de Mad Max com Fallout. Situada em uma pista de corrida numa pegada pós-apocalíptica, o mapa é ideal para quem gosta de jogar mais cadenciadamente ou de sniper.

As três rotas de ação são conectadas através de pequenas entradas, dando ênfase ao que falamos sobre os snipers. É praticamente impossível se destacar rushando pelo mapa.

Depot 22

Mais um mapa que aproveita muito as movimentações avançadas do Infinite Warfare. E se Carnage foi feito pensando nos snipers, Depot 22 é a cara daqueles que preferem jogar com rifles de assalto e submetralhadoras.

Depot 22 é de tamanho mediano, também organizado com três linhas de combate. Muitos espaços abertos e construções por onde usar tanto o slide quanto o pulo duplo.

Heartland

O último mapa de Retribution é um remake de Warhawk, de Call of Duty: Ghosts. Diferente do que a maioria acha, eu gostei bastante daquele game, e esse era um dos meus mapas preferidos à época.

O mapa é relativamente pequeno, e os movimentos avançados acabaram com a estratégia de camperar nas janelas, já que é muito mais fácil alcançar o segundo andar e acabar com a festa.

A decepção fica por conta da pouca alteração visual que Heartland trouxe. Apesar de ser bacana o mapa lembrar bastante Warhawk, seria mais interessante se ele tivesse um visual mais futurista, para combinar com o restante do game.

The Beast from Beyond

O último capítulo do Zombies do Infinite Warfare deixa um pouco a desejar. Não há nada de novo em relação aos primeiros episódios, e a única mudança é na questão do cenário.

Cenário, aliás, me parece ser uma certa homenagem aos produtores do próximo CoD, World War II. A vibe espacial é muito parecida com a que tínhamos em Dead Space. Essa pegada alienígena também remete um pouco ao Extinction, mais uma lembrança do Ghosts.

CONCLUSÃO

Retribution encerra o ciclo de Call of Duty: Infinite Warfare de uma maneira um tanto quanto decepcionante. O conteúdo acaba sendo mais do mesmo, e os fãs agora já estão com a cabeça no World War II.

PONTO POSITIVO

Alguns mapas exploram bastante os movimentos avançados

PONTO NEGATIVO

Nada de novo

NOTA: 6,5/10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu uma cópia de Call of Duty: Infinite Warfare e um Passe de Temporada para PS4, plataforma usada nesta análise.



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