Análise Press Start – Call of Duty: Infinite Warfare (Continuum)



A Análise Press Start de hoje nos leva de volta ao caótico e frenético campo de combate de Call of Duty: Infinite Warfare. Confira o que achamos de Continuum, o segundo pacote de DLC do game.

Estiloso, divertido e MUITO competitivo!

Continuum, com o perdão da piada, continua o excelente trabalho feito pela Infinity Ward em Sabotage, a primeira DLC de Call of Duty: Infinite Warfare. Todo o conteúdo é extremamente divertido e te faz sempre querer jogar mais uma partida.

Os quatro mapas do Multiplayer são frenéticos e competitivos, dando oportunidade para todos os estilos de jogo. Já o novo capítulo do Zombies dá um novo salto no tempo e desembarca na década mais funky de todas.

Mas, chega de enrolação e vamos logo ao que interessa:

Scrap

O primeiro mapa que vamos avaliar é Scrap. À primeira vista, o mapa traz uma sensação de familiaridade, mas, uma vez dentro dele, vemos que sua composição é única.

Situado em um lixão na Lua, o mapa é repleto de máquinas e peças que criam ângulos absolutamente diferentes na geometria do espaço. Com isso, nem sempre é muito simples se proteger dos tiros inimigos, deixando o combate muito mais dinâmico.

Mas, essa mesma geometria esquisita que os objetos criam acabam também por gerar muitos pontos seguros para defender bandeiras no Domination. Inclusive, há um local que inverte a gravidade, deixando você de cabeça pra baixo, e te possibilitando pegar os inimigos desprevenidos.

No final das contas, Scrap é um mapa bem legal de ser jogado. A imprevisibilidade do posicionamento dos jogadores te deixa sempre com os sentidos em alerta, e uma partida nunca é jogada da mesma forma que uma anterior.

Archive

Archive tem um ritmo interessante. Sua área central, numa galeria de arte futurista, é cenário para 80% dos combates que acontecem no mapa. Um espaço apertado e com muitas formas de acesso garantem que ninguém vai ficar parado por muito tempo.

Além disso, a parte externa do mapa possibilita aos jogadores um estilo mais calmo e estratégico de jogabilidade. Longas linhas de mira permitem até mesmo que snipers causem um certo dano. Parece até que a Infinity Ward pensou nela como uma área de descanso, para respirar um pouco antes de voltar pra loucura da galeria de arte.

Visualmente Archive também brilha. Uma vez que o mapa é baseado numa galeria de arte, é claro que diversas obras são expostas ao ‘público’. E isso inclui um tubarão gigante pendurado no teto. Cuidado para não ficar apreciando os trabalhos e acabar levando uma bala na cabeça.

Turista

Talvez quem mais contribua para o adjetivo ‘estiloso’ que demos a Continuum no início da análise seja Turista. Todas as partes do mapa são basicamente um colírio para os olhos.

Turista é um resort futurista com caminhos estonteantes ao redor de rochas e cachoeiras, além de um casino operado por robôs com uma arquitetura muito interessante. Isso tudo construído ao redor da carcaça de uma criatura colossal.

Mas, muito mais que apenas bonito, Turista foi um dos mapas que mais gostamos de jogar em Continuum. Toda a sua construção gera diversas opções de táticas, e abraça todos os estilos de jogo. Com certeza foi o mapa mais votado nas rotações do multiplayer.

Excess

Se Turista pode ser considerado o favorito dos gamers nesta DLC, ele teve que bater um concorrente de peso. Um dos mapas mais aclamados da história da franquia CoD, Rust, foi completamente adaptado para o estilo e jogabilidade de Infinite Warfare.

Sob o nome de Excess, o mapa é localizado no terraço de um arranha-céu luxuoso. E, diferentemente dos outros, preza mais pela jogabilidade do que pela beleza em si.

De todos os mapas de Infinite Warfare, contando com os da DLC anterior, inclusive, Excess pareceu para nós o mais letal. Isso porque a qualquer momento você pode ser morto. Não há locais seguros para respirar. Sempre existe espaço para uma bala te achar.

Foi muito bom estar de volta a Rust, mas, os movimentos avançados tiraram um pouco da essência do mapa. Ainda que isso não tenha feito com que as partidas não sejam divertidas em Excess.

Shaolin Shuffle

Continuando sua viagem através do tempo, o modo Zombies de Infinite Warfare chega à década de 70. Logo depois de vencer os perigos de uma casa no lago, os personagens são transportados para Nova York, e descobrem que, mais uma vez, os mortos tomaram conta do local.

E, assim como nos episódios anteriores, tudo é tematizado de acordo com a época. Os zumbis vestem calças boca de sino e usam penteados afro. Além disso, a discoteca que serve de palco para a ação parece ter saído direto dos filmes norte-americanos.

Na questão da jogabilidade, Shaolin Shuffle mantém o mesmo estilo de outros episódios de Zombies. Existem portas para serem abertas, armas para serem compradas ou montadas e armadilhas temáticas dos anos 70. Além, é claro, dos já tradicionais easter eggs.

CONCLUSÃO:

Continuum com certeza é uma DLC que vale a pena ser comprada. Os quatro mapas do Multiplayer são competitivos e divertidos, com ação para todos os gostos. E o novo episódio de Zombies traz a malemolência dos anos 70 para o modo.

PONTOS POSITIVOS:

  • Mapas dinâmicos no multiplayer
  • Ação para todos os estilos de jogo
  • Zombies muito interessante

PONTO NEGATIVO:

  • Multiplayer exige mais habilidade

NOTA: 9,5/10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu um Season Pass de Call of Duty: Infinite Warfare no PS4, plataforma usada nesta análise.

 



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