Análise Press Start – Call of Duty: Infinite Warfare (Absolution)



A Análise Press Start nos leva mais uma vez de volta ao mundo futurístico de Call of Duty: Infinite Warfare. Desta vez, para avaliar o conteúdo da terceira DLC do game. Confira o que achamos de Absolution.

Quase perfeita!

O terceiro pacote de conteúdo extra de Call of Duty: Infinite Warfare mantém a tradição e introduz ao game quatro novos mapas para o modo Multiplayer, além de um novo episódio para o Zombies.

Uma outra tradição, essa um pouco mais recente, é a inclusão de um remake de um mapa anterior da franquia com a pegada do game atual. A bola da vez é Ember, que recria o popular Resistance, de Modern Warfare 3.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa. Confira o que achamos de cada um dos novos conteúdos da DLC Absolution:

Ember

Já que falamos nele, vamos começar por aquele que também é o melhor mapa dentre os quatro novos. Como dissemos acima, Ember é um remake de Resistance, um dos mapas favoritos da comunidade de um dos melhores CoDs de todos os tempos, o MW3.

O mapa é basicamente o mesmo, com todos os conhecidos pontos de encontro e rotas que são tomadas pelos jogadores. Há poucas situações onde podemos usar os movimentos avançados do IW, o que aumenta ainda mais a sensação de nostalgia do mapa.

Ember, assim como Resistance, é ideal para qualquer modo de jogo, e agrada a todos os estilos, seja você um jogador que prefere correr pelo mapa com uma SMG, manter uma posição mais cautelosa com uma LMG ou ainda se valer das snipers.

Permafrost

Nosso segundo mapa favorito de Absolution é Permafrost. Situado é um cidade em ruínas, com diversas linhas de acesso ao centro, onde toda a ação rola, o mapa é outro que permite diferentes tipos de abordagem aos jogadores.

Durante nosso tempo de review, pudemos experimentar Permafrost nos mais variados modos de jogo, e, apesar de nos divertirmos mais no TDM, também foi muito empolgante jogar o Domination. A constante troca da posse das bandeiras deixou as partidas frenéticas e imprevisíveis.

Bermuda

Bermuda é um mapa bem interessante. Ambientado ao redor de um navio naufragado, ele é diferente dos dois primeiros, e a ação acontece em diversos pontos do mapa.

Esse é um mapa que se destaca também pelo seu visual. As cores são muito vibrantes, e é ambientado em um cenário pouco utilizado em jogos do gênero. A sensação geral é de se estar jogando um mapa mais clássico de CoD, com um ritmo acelerado, com bons pontos de confronto.

Fore

E se até agora fizemos apenas elogios aos mapas novos de Absolution, o mesmo não se aplica a Fore. Para não ficarmos só nas críticas, há algo que se salva: visualmente o mapa é bem bonito, num percurso bizarro de golfe em miniatura, com castelos, florestas, dinossauros e templos aztecas.

Mas o que Fore tem de bonito, tem de chato. O ritmo do gameplay é absolutamente inexistente. É praticamente impossível se manter vivo por muito tempo, já que existem diversas ângulos de onde você pode ser morto, e muitos caminhos de onde os inimigos podem sair. Simplesmente um caso de quantidade não é qualidade.

Attack of the Radioactive Thing

O modo Zombies de Call of Duty: Infinite Warfare tem uma peculiaridade: homenagear ícones do entretenimento em cada um dos seus capítulos.

Foi assim com David Hasselhoff, com Kevin Smith e Pam Grier. Em Attack of the Radioactive Thing, a estrela da vez é Elvira, A Rainha das Trevas.

Nossos quatro protagonistas, Ike Barinholtz, Jay Pharoah, Sasheer Zamata, and Seth Green, estão de volta. E desta vez, os heróis vão encarar os horrores da década de 1950, numa cidade litorânea completamente demolida por um novo tipo de inimigo.

Talvez Attack of the Radioactive Thing seja o episódio mais trabalhoso do modo Zombies de Infinite Warfare. Prepare-se para passar muito tempo antes de ligar a energia, e, consequentemente, liberar mais upgrades.

CONCLUSÃO

Absolution talvez não seja a melhor das DLCs de Call of Duty: Infinite Warfare, mas três de seus mapas para o Multiplayer são bem divertidos, bem construídos e com um excelente ritmo. Se Fore deixa a desejar neste último quesito, Attack of the Radioactive Thing compensa com uma experiência um pouco mais complexa no Zombies.

PONTOS POSITIVOS:

  • Três excelentes mapas para o Multiplayer
  • Novo capítulo do Zombies aumenta a dificuldade do modo

PONTO NEGATIVO:

  • Apesar de bonito, Fore tem um ritmo ruim e entediante

NOTA: 8,5/10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu um Season Pass de Call of Duty: Infinite Warfare para PS4, plataforma usada nesta análise.



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