Análise Press Start: Call of Duty: Black Ops III – Descent



Na Análise Press Start de hoje, vamos conferir o terceiro pacote de DLC de Call of Duty: Black Ops III. Com quatro novos mapas para o Multiplayer e um novo capítulo de Zombies, a expansão chega para agitar os jogadores. Veja o que achamos de ‘Descent’.

Empire

Para quem jogou Black Ops II, Empire é um mergulho nostálgico. O mapa é a reimaginação de Raid, um dos favoritos dos fãs. Situado em uma ‘villa’ romana, a aposta de Treyarch é nos seus sentimentos, e não no sistema de movimentação de BO3. O que acaba por funcionar de maneira sensacional.

Toda a ambientação do mapa é incrível. Cada centímetro é extremamente vibrante, colorido e detalhado. E, apesar de termos dito que o sistema de movimentação não é o principal em Empire, acaba sendo uma mão na roda para chegar nas janelas de andares superiores.

Rumble

Típico caso de potencial jogado fora. A ideia dos produtores era fantástica. Uma arena de batalha para robôs gigantes… Tinha tudo para ser incrível, não é? Mas Rumble é apenas um paraíso para snipers.

Com toda a ação acontecendo na tal arena, você acaba se tornando alvo fácil, ou seja, mortes são mais do que frequentes. É bem difícil ver alguém com killstreaks altos no mapa, deixando as partidas um tanto quanto monótonas.

Mas nem tudo está perdido em Rumble. Analisando a parte estética do mapa, temos que parabenizar o trabalho realizado em torno das coisas pequenas. São os pequenos detalhes, como placas e robôs que se destacam por aqui.

Cryogen

Mais um dos mapas de Black Ops III com tom futurista. De tamanho médio para pequeno, Cryogen é jogado em uma prisão criogênica, onde os criminosos são congelados, ao invés de simplesmente trancados em uma cela.

Cryogen talvez seja, dentre os quatro da DLC, o mapa que mais faz uso dos wall runs de BO3. São várias as oportunidades para usar o sistema. Isso torna as partidas de Domination nele bastante frenéticas e divertidas.

Durante a semana em que testamos Descent, Cryogen foi um dos mapas mais escolhidos no lobby.

Berserk

Deixamos o melhor para o final. Apesar de toda a nostalgia de Empire, Berserk é nosso mapa preferido de Descent. Situado em uma vila viking, o mapa é absolutamente divertido em todos os sentidos.

Em todos os modos em que jogamos, Berserk funcionou perfeitamente. Mas foi em Fracture, novidade de BO3, que ele brilhou.

O mapa tem tamanho médio, e o visual é bem bonito. A vila viking é bastante detalhada, e, acredite se quiser, tem até um dragão voando no horizonte!

Gorod Krovi

Dando sequência às aventuras do modo Zombies, Gorod Krovi nos leva para uma União Soviética de um universo alternativo.

A ação se passa na década de 1940, e a cidade de Stalingrado, famosa pela batalha na Segunda Guerra Mundial, é o plano de fundo. Os zumbis são mecanizados e o ponto alto é amedrontador dragão que sobrevoa a área, cuspindo fogo e destruindo tudo em seu caminho.

Como sempre, tudo acontece de maneira frenética, com você fugindo dos zumbis (e agora de um dragão!), por um ambiente que mais parece um labirinto. Sem dúvidas Gorod Krovi é o capítulo mais divertido de Zombies até aqui.

CONCLUSÃO:

Descent é um sopro de vida em Call of Duty: Black Ops III. Nessa época do ano, em que os jogadores já estão um tanto saturados do game, a DLC renova nossa vontade de ligar o videogame e iniciar BO3. Três dos quatro mapas Multiplayer são muito divertidos e o novo capítulo de Zombies é o melhor até agora.

NOTA: 9/10

Gostaríamos de agradecer à Activision, que nos cedeu um Season Pass de Call of Duty: Black Ops III para PS4, plataforma usada nesta análise.



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