Calleri mostra que quer, mas nunca sozinho



Não foram poucas as vezes neste ano em que Jonathan Calleri disparou para marcar a saída de bola rival, complicou o primeiro adversário, mas virou-se e percebeu que nenhum companheiro o havia acompanhado na árdua missão.

O caso mais grave foi durante a goleada sofrida para o Osasco Audax e, por mais que possa ser um fato isolado, justificaria a falta de tesão do argentino em disputar algo que não a Copa Libertadores da América.

Calleri tem seus objetivos de carreira muito bem colocados. Também são claros suas aspirações e postura dentro de campo. E como costuma ser o caso dos argentinos – Centurión, por exemplo, foge à regra –, o mínimo que se espera é a contribuição dos companheiros no empenho.

É justo dizer que alguns jogadores, sim, têm ajudado a Calleri. Hudson e até mesmo Paulo Henrique Ganso podem ser citados. Mas para que cumprir o contrato possivelmente apenas com o Brasileirão seja uma obrigação prazerosa, é preciso de uma mudança maior de espírito.



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