Sem unidade no arquipélago são-paulino



Não são poucos os que lembram de Doriva para tentar analisar o momento vivido por Edgardo Bauza. O questionamento é sobre a maior paciência até aqui com Patón – seja ela por parte da torcida tricolor, da diretoria do clube, da imprensa… – do que aconteceu com o ex-volante.

Há dois pontos simples que fazem os casos se distanciarem. O primeiro, e mais óbvio, é que Doriva havia sido contratado por Carlos Miguel Aidar pouco antes de sua queda da presidência. Com Carlos Augusto de Barros e Silva no poder, seria justa e natural a troca de treinador.

A segunda explicação está ligada ao elenco. Os cartolas parecem ter percebido o que a torcida brada há tempos: o elenco não é forte. Não há unidade. E isso não implica em racha ou qualquer teoria da conspiração. Trata-se de falta de compatibilidade dos jogadores, entre eles e com o estilo que Bauza tenta implantar.

O São Paulo parece um arquipélago. Todos com o mesmo objetivo, mas com meios diferentes para alcançá-lo. E, assim, nada caminha.



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