Guerra e paz darão a Manaus um bom jogo



O Torneio Super Series, tomando a vitória do Flamengo sobre o Vasco na abertura como exemplo, parece fugir à regra do marasmo de jogos de pré-temporada. Seja pelo rara presença dos ídolos que empolga a torcida de Manaus ou pelo tempo maior de preparação dado aos clubes nesta temporada, a competição tem ingredientes saborosos para serem apreciados.

No clássico carioca, a festa nas arquibancadas da Arena da Amazônia fez com que os jogadores entrassem pilhados em campo. O jogo ganhou emoção e o torcedor se sentiu menos lesado pela fortuna cobrada pelos ingressos. Claro que não há a mesma intensidade de rivalidade, mas são-paulinos e vascaínos não devem fazer espetáculo abaixo do que aconteceu na quinta-feira.

E o encontro dos cariocas também serve de exemplo para a polícia e para os organizadores do Super Series. A iniciativa de permitir torcidas mistas e de não isolar os setores foi ótima e colaborou com a beleza do evento. Mas foram inaceitáveis o despreparo e a falta de planejamento contra uma possível – e confirmada – briga.

Fica a preocupação, mas também a sensação de que há, sim, espaço para convivência em harmonia e a rivalidade das torcidas.

*O repórter escreve de Manaus (AM).



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