Repórteres do L!Net contam a experiência de jogar com Kaká



(Rubens Chiri/Divulgação São Paulo)

(Rubens Chiri/Divulgação São Paulo)

Nesta quarta-feira, comissão técnica, diretoria e assessoria de imprensa do São Paulo disputaram pelada comemorativa de fim de ano contra os jornalistas que cobrem o dia a dia do clube. Com a participação do craque Kaká (um tempo em cada time), a partida terminou empatada em 2 a 2 graças à ajuda do presidente Carlos Miguel Aidar, que atuou como árbitro.

Veja o relato dos repórteres do L!Net que participaram do evento:

Bruno Grossi
Se eu falar que a posição de Alvaro Pereira na lateral esquerda do São Paulo está ameaçada devido à minha grande atuação na pelada desta quarta-feira no CT da Barra Funda, com certeza ninguém vai acreditar. E é exatamente assim que me senti quando recebi passe na ponta e tabelei com Kaká.

Foi algo surreal. Alguém que sempre foi grosso, embora tenha vencido alguns campeonatos na escola e na faculdade, trocar passes com um cara que já foi eleito melhor do mundo beira o inacreditável. O dia ficará guardado na minha memória e será repassado aos filhos e netos que pretendo ter um dia com muito orgulho (e alguns exageros, é óbvio). Ninguém precisa saber o contexto, só precisam saber que um dia eu joguei com Kaká.

No primeiro tempo, quando os representantes do São Paulo venceram por 2 a 0 ( só isso, graças à ajuda do presidente e árbitro Carlos Miguel Aidar), já tinha sido épico cortar um escanteio cobrado pelo craque pela direita. Puxei o contra-ataque e só não recebi de volta porque meu companheiro na cobertura do São Paulo, o tal do Marcio Porto que também escreve neste blog, não ouviu meus gritos desesperados.

O melhor, no entanto, continuará sendo a troca de passes com Kaká no segundo tempo. Ainda buscávamos o empate (graças a mais dois gols anulados pela arbitragem nada tendenciosa) quando gastei o pouco de fôlego que ainda restava para me apresentar ao ataque. Recebi, levantei a cabeça e não tive dúvidas em tocar para o craque, o cara. Depois, ainda fiquei na esperança de mais tabelas, mas ficou por aí. Terminou com um abraço e uma conversa de um ser humano fantástico. E Alvaro Pereira que se cuide!

Marcio Porto
“Kaká! Kaká! Toca, Kaká!”. Quando dei por mim, estava cobrando e pedindo bola ao jogador eleito melhor do mundo em 2007. Respirei, cai na real e pensei: “Tô maluco!”. Não estava. Tudo isso aconteceu e, confesso, é uma sensação indescritível, mas que só foi permitida porque Kaká é diferenciado.

O meia do São Paulo participou da pelada tradicional dos profissionais do clube contra os jornalistas nesta quarta e mostrou porque se fala tanto em sua contribuição no aspecto de grupo, humano. Kaká jogou um tempo para cada lado e tratou a todos como companheiros de time. Era inevitável não se imaginar tabelando com ele na vida real.

Mas, sem viajar tanto, os lances foram possíveis. Em duas ocasiões, consegui trocar passes com a fera. Na primeira, eu o acionei e ele deu continuidade à jogada, como se jogasse contra criança. É, entrar em campo contra um profissional é perceber também o quanto é fundamental o sujeito se preparar bem para exercer sua profissão.

Na segunda vez que construí uma jogada com Kaká, o passe veio dele, redondinho. Não podia desperdiçar aquela chance. E pensei que, ao menos por um momento, Deus podia me conceder um bocadinho do talento de Ganso, o companheiro de Kaká no São Paulo. Sou canhoto, jogo na meia… A tabela foi bem feita. Cumpri minha missão.

No fim, o Kaká contribuiu demais para o empate heróico de 2 a 2 dos jornalistas contra a comissão técnica do São Paulo, muito mais preparada, reforçada pelos gerente de futebol Gustavo Oliveira e o vice-presidente Ataíde Gil Guerreiro, que, como jogadores, são ótimos dirigentes. Ah, e para o Milton Cruz que falou que iria golear, o choro é livre….



  • FALA A VERDADE
    O KAKA, ASSIM COMO TODO SÃO PAULINO
    TENTOU AGARRAR VOCÊS, NÃO É VERDADE?
    NÃO ADIANTAR NEGAR
    TODOS SABEM A MANIA DOS BAMBIS
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    • cristian

      se tá fazendo confusão, beijo em homem é lá na marginal , ou no itaquerão!

  • Chico

    Cada comentário infantil. Espero que foram feitos por meninos de 5 anos ou menos.

  • soberano

    Caçarola adora soltar o boga.

    • SOBERANA
      RAINHA DO FUNK
      RASGADEIRA DA BANCADA DO PANETONE
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      • Caiu de cara,né ? E adorou,né baitola ?

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