Modelo de gestão não cabe no futebol atual



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A crise instalada no São Paulo não nasceu da noite para o dia e tem, sim, a diretoria como a maior culpada pelo caos

A gestão no futebol brasileiro ainda engatinha e não há um modelo ideal para ser copiado. Há alguns anos o próprio Tricolor era a referência para qualquer rival, porém do mesmo jeito em que a perfeição está distante, já é possível saber o que não se pode copiar. E isso a diretoria são-paulina parece não ter aprendido com o recente erro dos outros.

É impensável ter um grande clube comandando de maneira centralizadora como acontece hoje no Morumbi. Juvenal Juvêncio caminha a passos largos para entrar no rol de Mustafá Contursi, Eurico Miranda e Adalberto Dualib. Multicampeões,
todos eles abandonaram seus clubes e passaram a vislumbrar a necessidade de se perpetuar no poder. Em comum entre eles estão as conquistas e o legado negativo que culminou no rebaixamento dos clubes.

O peso da declaração de Rogério Ceni após a derrota para o Corinthians é enorme e fez com que torcedores de outras equipes entendessem o recado. O absurdo é ver que a palavra de Ceni não surtiu efeito exatamente onde a crítica teria que ser recebida: dentro da cúpula que está à frente do futebol.

Adalberto Baptista tratou de alfinetar o ídolo são-paulino e ainda colocou o time como favorito ao título brasileiro logo após o próprio grupo mostrar preocupação com o rebaixamento, assunto sempre distante se tratando de São Paulo.

O filme já se repetiu várias vezes, mas parece que a diretoria tricolor não faz questão de mudar o final.



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