Punição exagerada e susto merecido



Foto - Luis (Edu)
A atitude da Conmebol em punir Luis Fabiano é totalmente discrepante, ainda mais se tirar como base o caso recente do Corinthians. É impensável dar ao atacante quatro jogos de punição por uma discussão com o árbitro Wilmar Roldán. A Comissão Displinar da Conmebol acredita que acertar o futebol sul-americano é impor penas absurdas e descabíveis e este não parece ser o melhor caminho para isso. Outro problema também é que logo depois de aplicar as punições, eles voltam atrás e as amenizam consideravelmente. A esperança do torcedor são-paulino em ver o camisa 9 em campo ainda nesta Libertadores passa por conta deste histórico recente da entidade.

Do outro lado, está a culpa do Fabuloso. Com a experiência que ele tem e o passado marcado por confusões, a atitude intempestiva e desnecessária em discutir com o juiz colombiano poderá custar mais caro. Já custou na derrota para o Arsenal, em Sarandí, e será pior com a sua ausência na altitude de La Paz no próximo dia 4, confronto crucial para as pretensões do São Paulo na competição.

A lição, mais uma vez, é para ser aprendida, caso contrário ele seguirá com a rotina de desfalcar o Tricolor em partidas decisivas em razão de seu comportamento. Isso faz mal a ele e muito mais para o São Paulo.



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