Os primeiros dias de Lucas no profissional



Dia 30 de julho de 2010. Entre um jogo e outro da semifinal (com cara de final) da Libertadores, contra o Internacional, o São Paulo entrou em crise. O assunto era a possível demissão de Ricardo Gomes antes mesmo do jogo no Morumbi. Era uma sexta-feira.

Assim que os portões para a imprensa foram abertos no CT para o treino da tarde, Leco estava na beira do gramado. O então vice-presidente de futebol logo foi questionado se havia novidade.

A resposta foi sim.

Quando todos os repórteres esperavam alguma posição da diretoria sobre o futuro do treinador, ele, inteligente, completou:

– A novidade é o Marcelinho. Ele começou a treinar no profissional hoje. E apostamos nele.

Poucos deram importância.

Cinco dias depois, o Tricolor era eliminado da Libertadores. Na porta do vestiário, a imprensa esperava a saída dos atletas. Em crise, ninguém passou. Marcelinho saiu, ao lado de outros garotos que não estavam inscritos, e não foi abordado por ninguém.

Hoje, assim como ontem, ele será o foco. Muita coisa mudou, mas o jeito de Lucas ser, não.



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