Sete jogos sem perder e boa fase: como o Boca chega contra o Athletico - Toco y me voy

Sete jogos sem perder e boa fase: como o Boca chega contra o Athletico



Jogadores comemoram vitória contra o Tolima(Foto: Marcelo Carrol)

O mundo Boca não permite freios e a sétima conquista da Libertadoras é o desejo de todos. No time xeneize, a Copa não se negocia. Após empatar sem gols com o Jorge Wilstermann e vencer o Tolima por 3 a 0, o próximo compromisso será contra o Athletico Paranaense, nesta terça-feira, às 21h30, na Arena da Baixada.

O time da Bombonera vive fase especial. Após perder a final histórica contra o River Plate, o Boca finalizou o campeonato argentino (conquistado antecipadamente pelo Racing) na terceira colocação e garantiu vaga na fase de grupos da Libertadores de 2020. Os xeneizes estão a sete jogos sem perder e lideram o grupo G da máxima competição continental com quatro pontos.

Contra o Athletico os xeneizes terão força máxima. Três jogadores voltam após defenderem suas seleções na última data FIFA: Sebastián Villa (Colombia), Nahitán Nández (Uruguay) e Darío Benedetto (Argentina).

Se o time de Guillermo Barros Schelotti era o “o Boca dos atacantes”, com ordem e pragmatismo o de Alfaro é o “Boca dos meio-campistas”. O treinador aposta no esquema 4-2-3-1 com posse de bola e paciência na criação de jogadas pelo meio. A rapidez dos toques e as transições ofensivas desestabilizam defesas rivais. A equipe possui marcação alta, intensidade e poder de conclusão. O atual Boca não precisa de muitas finalizações para balançar as redes e tem ótima hierarquia em bolas paradas.

A braçadeira de capitão é de Tévez e Benedetto. O 9 conquistou a torcida e é sempre ovacionado na Bombonera. Em 2018 brilhou com gols importantes contra o Palmeiras e nas finais contra o River. Já Carlitos, apesar de lutar pela titularidade, vive um ano especial. Aos 35 anos, garantiu que é sua última temporada no futebol e seu grande desejo como torcedor, jogador e símbolo, é conquistar mais uma Libertadores (foi campeão em 2003). Outro que vem se destacando é Mauro Zárate. O craque não teve minutos na final do ano passado e sabe que nesta edição pode ser fundamental, já que vem fazendo gols e sendo o principal jogador de 2019.

Do atual elenco, apenas três sabem o que é conquistar a Libertadores: Tévez (Boca em 2003) e Julio Buffarini e Emmanuel Mas (ambos pelo San Lorenzo em 2014). Os demais buscarão pela primeira vez essa coroa que o Boca se mal acostumou a ganhar na década de 2000 e não vence há 12 anos. Com 28 participações no campeonato continental, foi campeão seis vezes: 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007.

O Athletico Paranaense vem de conquistar a Sul-Americana 2018, já o Tolima e o Jorge Wilstermann venceram seus torneios locais. O Boca também comemorou um título na última temporada: Superliga 2017-18. O Furacão e os xeneizes nunca se enfrentaram. Contra equipes brasileiras, a equipe de Tévez comanda com 20 vitórias, 15 empates e 12 derrotas.

Provável escalação: Esteban Andrada; Julio Buffarini, Lisandro López, Carlos Izquierdoz, Emmanuel Mas; Iván Marcone, Nahitan Nández, Emanuel Reynoso, Sebástian Villa (Emanuel Reynoso); Mauro Zárate e Darío Benedetto.

 



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