Após 13 anos, goleiros de times nacionais disputam titularidade na seleção argentina - Toco y me voy

Após 13 anos, goleiros de times nacionais disputam titularidade na seleção argentina



Estaban Andrada, do Boca Juniors, disputa a titularidade com Franco Armani, do River Plate

Lionel Scaloni ainda não confirmou quem será o goleiro titular da seleção argentina na Copa América, disputada no Brasil de 14 de junho à 7 de julho. Não obstante, o ciclo de oito partidas do treinador teve uma grande quantidade de provas nesta posição.

No total, sete foram os atletas que frequentaram o gol argentino: Armani (River Plate), Sergio Romero (Manchester United), Gerónimo Rulli (Real Sociedad), Agustín Marchesín (America do México), Paulo Gazzaniga (Tottenham), Esteban Andrada (Boca Juniors) e Juan Musso (Udinese). Além deles, Guido Herrera, do Talleres, também foi citado para os amistosos na Arábia Saudita, mas não teve minutos de jogo. 

Apesar de nomes de peso que disputam o futebol europeu e da experiência de jogadores como Sergio Romero, pode-se dizer que atualmente o dono do gol albiceleste é Franco Armani. Porém, nem tudo está definido. Estaban Andrada, do Boca Juniors, é uma das atuais referências do futebol local e vive grande fase no time xeneize. Após se recuperar de lesão na mandíbula sofrida durante a Libertadores do ano passado, voltou em ótimo nível e ganhou a confiança de Scaloni para os primeiros amistosos de 2019. 

Andrada estreou na seleção argentina na vitória por placar mínimo contra o Marrocos, quando disputou 67 minutos. O goleiro já havia sido convocado duas vezes por Alejandro Sabella, em 2011 e 2012, devido boas atuações no Mundial sub-20. 

Já Armani, que conquistou a titularidade durante o Mundial Rússia e foi campeão da Conmebol Libertadores com o River Plate em 2018, não vive o melhor nível de sua carreira. O “arqueiro” tem tido dificuldades de se destacar no gol da seleção argentina assim como faz no River (desempenhou várias defesas importantes na Recopa 2019 conquistada diante do Athletico Paranaense). No último amistoso da Argentina, contra a Venezuela, Armani teve o gol vazado três vezes.

Desde o Mundial de 1990, da Itália, apenas dois goleiros de times nacionais iniciaram a competição como titulares: Sergio Goycochea (Independiente) que disputou o Mundial de 94 e Roberto Abbondanizieri (Boca Juniors) eleito por José Pekerman, em 2006, na Copa da Alemanha. Em 13 anos, “guardametas” do futebol local apenas disputaram minutos entrando desde o banco de reservas. 

Na Copa de 90, na Itália, Nery Pumpido (Betis) foi o escolhido de Bilardo para o ‘arco’ argentino. Em 98, Carlos Roa (Mallorca) foi o titular de Daniel Passarella nos cinco jogos do Mundial França. Já em 2002, Germán Burgos (Atlético de Madrid) foi o goleiro de Bielsa na maior parte das eliminatórias do torneio Coréia-Japão.  

Oito anos depois, Maradona confiou em Sergio Romero (Alkmaar Zaanstreek) para a Copa da África. Em 2014, no Brasil, Alejandro Sabella manteve Romero (desta vez no Mônaco), que foi destaque defendendo pênaltis contra Irã e Holanda. No Mundial Rússia, Willy Caballero (Chelsea) começou como titular de Jorge Sampaoli, mas perdeu a titular para Franco Armani (River Plate), após baixas atuações.

 

 



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