Mudança no Estadual do RJ: comemore a ideia, desconfie da execução



Começando pelo fim: desconfie. Função primordial no ofício jornalístico, isto é o que deve ser feito com relação à intenção de Rubens Lopes de mudar o formato do Campeonato Carioca a partir de 2017. Por enquanto, trata-se apenas disso, uma ideia, que ainda será debatida no Conselho Arbitral de onde, sabe-se bem, pode sair qualquer coisa. Mas em princípio, parece interessante: os quatro primeiros colocados de 2016 (no caso os quatro grandes) entrariam na disputa no ano que vem apenas em uma fase adiante. Os outros 12 times disputam um período preliminar e de lá saem oito times que enfrentarão os grandes.

Que não há sentido em expor os grandes a jogos completamente deficitários financeiramente e contra rivais paupérrimos tecnicamente até mesmo Rubens Lopes concorda. Neste aspecto, a mudança seria um avanço. Em um mundo ideal, entretanto, é necessário dar condições para que os pequenos estejam em ação durante toda a temporada e não só nos primeiros meses do ano.

Este pequeno avanço, se ocorrer, indicará um cenário melhor do que o que temos hoje. Mas… desconfie. Em se tratando de Ferj, pode ser apenas um balão de ensaio.



  • Eduardo Mello

    Mãe Diná de meia tigela. Vai lavar um cachorro, vai lavar um quintal, vai capinar um terreno e deixa de lado essas adivinhações. Vai pagar a série B e depois vem postar alguma coisa, paspalhão

  • Julio Cezar Carvalho

    Esta ideia, infelizmente, ficará no papel, até porque, se saísse, estaria ajudando a fortalecer a Primeira Liga, coisa que nem o Rubinho e nem o Eurico Miranda gostaria de fazer.
    Podem cravar o Carioca do ano que vem com 16 clubes e com os grandes desde o início.
    Saudações Tricolores!

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