Enderson tem uma bala na agulha



Enderson Moreira chega ao comando do Fluminense na mesma situação de seu antecessor: tendo apenas uma bala na agulha. Esta bala é um bom desempenho inicial. Se falhar, provavelmente seu destino será o mesmo de Ricardo Drubscky, ou seja, a rua.

É assim que funciona a vida de um treinador que ainda não tenha um grande nome. Muito mais do do que um medalhão, um emergente precisa mostrar rapidamente resultados para ganhar a confiança da torcida, diretoria e de jogadores. Drubscky falhou neste sentido, sobretudo com os jogadores.

Enderson Moreira vem de alguns trabalhos controversos: saiu do Santos com questões mal-resolvidas com os jogadores. E no Atlético Paranaense teve 50% de aproveitamento, número insuficiente para mantê-lo no cargo. Não teve tamanho para se segurar.

Com relação ao Fluminense, o clube contratou seu terceiro técnico “não-medalhão” na sequência. Como política, é interessante. A questão é se a diretoria vai suportar a pressão que certamente virá se os resultados não aparecerem rapidamente.



MaisRecentes

Existem ‘mentiras’ convenientes, Carille



Continue Lendo

Na forma da convocação, Inglaterra deu show. O Brasil segue careta.



Continue Lendo

A “injustiça” com Buffon



Continue Lendo