Não poderia estar melhor?



Estamos exatamente no terceiro mês da temporada, contando com a preparação que este ano chegou mais cedo para os clubes. Isso só aconteceu graças a um pequeno – e ainda insuficiente ajuste – no calendário. Mas o fato é que os principais clubes do Brasil tiveram mais descanso e mais tempo para encarar o ano. Exceção foi o Corinthians, que teve batalhas da Libertadores mal havia saído das festas e fim de ano. E depois de dois meses e meio, a questão é: os principais times do Brasil poderiam ter alcançado neste momento um estágio maior do que se encontram?

No caso do Palmeiras, há toda a sorte de motivos para que o time ainda não apresente um futebol de encantar. Quase um elenco inteiro foi contratado, além de um novo treinador. Alguns reforços nem sequer estrearam, caso de Cleiton Xavier, por exemplo. Mas ainda assim: qual foi o jogo do Verdão até agora em que o time foi efetivamente bem? Os quatro últimos foram bem diferentes, disso. Foram ruins. O de domingo (15/3) contra o XV de Piracicaba inclusive, apesar da vitória.

Pulamos para o Rio de Janeiro. Alguém viu algum jogo de algum dos grandes que tenha enchido os olhos? Alguém vai falar do Botafogo contra o Flamengo ou do Fluminense contra o Botafogo. Mas mesmo dentro destas partidas existiram altos e baixos dos vencedores. E o Flamengo, que gerou grande expectativa por ter mantido a base do ano passado e ainda conseguido reforços interessantes. Houve algum jogo do Rubro-Negro realmente digno de nota?

Neste domingo (15/3) o Vasco, na estreia de Dagoberto, atropelou o Nova Iguaçu. Muitos vão elogiar e dizer que este foi o grande jogo do Cruzmaltino. Mas aí entra a fragilidade do adversário, lanterna do fraquíssimo estadual do Rio.

Neste começo de temporada houve até quem regrediu. Casos mais evidentes os do São Paulo e do Atlético Mineiro. Terminaram o ano em alta e ainda não chegaram nem próximos disso em 2015. Pela necessidade, o Corinthians conseguiu atingir um nível competitivo forte rapidamente. Hoje, é quem mais chama a atenção. Neste caso, a questão é outra: terá fôlego para seguir neste ritmo durante toda a temporada?



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