Brasileirão não precisa de mata-mata



A iniciativa do presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, de modificar a fórmula de disputa do Brasileiro e voltar ao mata-mata é um retrocesso do tamanho da arena que o clube sofre para pagar.

A fórmula de pontos corridos ajudou no pouco avanço que os clubes alcançaram nos últimos anos, por vários motivos: 1) fez com que eles permanecessem em atividade ao longo de todo ano; 2) obrigou os clubes a se organizarem para disputar uma competição em que a regularidade conta mais do que um golpe de sorte em um dia específico. 3) ajudou a atrair patrocinadores, uma vez que a marca dos anunciantes está em visibilidade constante. 4) inibiu (salvo atuações desastradas do STJD) as frequentes viradas de mesa.

O calendário brasileiro já está contemplado pelo mata-mata. Tanto nos dispensáveis estaduais como na importante Copa do Brasil, agora disputada ao longo de todo ano, como acontece também na Europa. Como seria a disputa dos dois maiores torneios nacionais com dois mata-matas nas fases decisivas no fim do ano ao mesmo tempo?

Com todos os enormes problemas que tem, o calendário brasileiro já é muito melhor do que já foi e agrada a todos os gostos, com pontos corridos e mata-mata. Ele precisa ser mais inteligente. O presidente do Grêmio poderia lutar neste sentido em vez de apenas querer sepultar a única fórmula do Brasileiro que conseguiu ser a mesma ao longo de mais de uma década.



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