Tapetão caminha para o pior desfecho possível



Já passamos da fase de procurar culpados, embora eles devam ser procurados para sempre. O leite está derramado e, pelo nosso histórico em tratar este tipo de coisa, vai ser difícil desvendar todos os segredos desta história: quem errou? Por que errou? Como se cometeu um erro tão elementar justamente na última rodada do Brasileiro?

A preocupação agora é: o que acontecerá com o Campeonato? 

Pela disposição manifestada de torcedores da Lusa, pelo fato de o Ministério Público estar de olho, o assunto tem boa chance de parar na Justiça Comum. Se isso vai respingar na Copa do Mundo? Duvido. Os estádios superfaturados estão aí, as obras de mobilidade não estão… Portanto, vamos ter copa aqui (comemore você ou não).

Focando no Campeonato Brasileiro, nosso principal torneio de futebol, as perspectivas infelizmente são sombrias. Mais clubes, um inchaço injustificável, regulamento esdrúxulo, turno único, mais um mata-mata… Tudo isso está no cenário possível. Lembra da famigerada Copa João Havelange? (nome que hoje  soa tão apropriado). Talvez não chegue a tanto. Mas é tal o clima de incerteza que nenhuma hipótese pode ser descartada.

Ricardo Teixeira, de triste lembranca, deixou dois legados: os pontos corridos no Brasileiro e o fim do tapetão. Em uma tacada só, os dois podem desaparecer. Só o fato de o campeonato não ter acabado na 38ª rodada já representa um enorme retrocesso. Mas a coisa pode ainda ficar pior.



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