Minha conversa com o presidente do Fluminense



Toca o telefone, eu atendo.

– Alô?

– Alô. É o Peter.

– Boa noite, presidente. Tudo bem?

– Tudo bem, desculpe ligar a você a esta hora, mas é que saí só agora de uma reunião.

– Sem problemas. Então, o que acha de nos dar uma entrevista?

– Claro, vamos!

– Vou te falar: há gente de todos os lados neste caso, cada um defendendo seu ponto de vista, alguns pendendo mais para a questão clubística, o que é ruim. Acho interessante você falar até para aplacar este clima bélico que está sendo criado. Falaremos deste caso do tribunal e outras coisas do Flu também.

– Sim, sem dúvida. O Fluminense não tem nada a ver com isso. Jogaremos a Série B, a Série A… O que não pode é culpar o Fluminense pelo que está acontecendo.

– Está certo. Então vamos fazer amanhã?

– Sim, vamos.

– Qual horário é melhor para você?

– Pode ser às 15h.

– Ok, então ficamos assim: ligaremos pra sua assessoria amanhã cedo apenas para acertar o local, ok?

– Ok. Boa noite.

– Boa noite.

Esta foi basicamente a conversa que tive com o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, quinta-feira, às 22h30, por telefone. Ele cumpriu a promessa de me telefonar que havia feito por torpedo no meio da tarde do mesmo dia, quando fiz um pedido de entrevista.

Na manhã de sexta-feira, a assessoria do presidente informou que a entrevista estava desmarcada porque o presidente não está se sentindo bem e está, inclusive, sem voz. Portanto, não poderia falar.



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