Luxemburgo luta, quem diria, pelo emprego



Quem viveu foi testemunha do que aconteceu na semana. Um dos técnicos mais vencedores e badalados da história do futebol brasileiro passou dias se equilibrando em seu emprego. Chegou ao domingo empregado, mas com possibilidade de ser defenestrado dependendo do resultado do Fla-Flu de hoje. E, claro, de como a diretoria do Tricolor trabalhou nas últimas horas na busca por um novo comandante.

Luxemburgo já foi o nosso José Mourinho. Competência equalizada com a arrogância, uma incrível capacidade de extrair ao máximo de seus jogadores, injetando na cabeça de cada um uma vontade de vencer inimaginável. Some-se a isso soluções táticas inteligentes e chega-se aos times arrasadores que ele montou e dirigiu. E aos tantos títulos nacionais relevantes que conquistou.
Vários jogadores que trabalharam com ele não têm dúvida: foi o melhor técnico com quem tiveram oportunidade de conviver.

Hoje, a luta de Luxemburgo é para vencer um clássico para ver se consegue esticar um pouco mais sua permanência no Fluminense. Com o detalhe que o rival deverá entrar em campo com o time recheado de
reservas.

Até outro dia, Luxemburgo estava em outro patamar. Ele decidia onde trabalhar, ele decidia quando entrar, quando sair, quem contratar, que tamanho sua comissão técnica teria. Ele praticamente mandava nos
clubes por onde passava. A maior estrela da companhia sempre era ele.

Sua situação hoje é a seguinte: só seguirá no Flu caso muita coisa dê certo para ele hoje. Além disso, seu contrato vai só até o fim do ano e, provavelmente, não será prorrogado.

O que aconteceu com o nosso “Special One”?



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