Seleção evolui jogando o (atual) futebol brasileiro.



Ganhamos da Itália. Mais: fizemos quatro gols. O começo de qualquer análise sobre o jogo de sábado tem de colocar esta questão em destaque. O time de Prandelli tem muito mais tempo de preparação do que o Brasil e só havia perdido uma partida até ontem.

A Seleção vai, portanto, evoluindo. Atuando como o futebol brasileiro vem fazendo há anos: vertical, de lançamentos longos, muito mais letal e preciso do que construindo as jogadas.

No jogo de ontem, por exemplo: dos quatro gols foram dois de bola parada, um lançamento longo e um de bola roubada no campo de ataque. Nenhum com grande participação do meio-de-campo da Seleçao, ontem formado por Luiz Gustavo, Hernanes e Oscar.

Isso é o futebol brasileiro atual. Há anos, verticalidade, eficiência e, muitas vezes letalidade, têm sido muito mais as características do Brasil do que outra coisa. O time de Felipão é assim, como já era o time de Dunga na Copa de 2010.

Para vencer jogos, a Seleção Brasileira atual não precisa sempre de um meio-de-campo que comande o jogo. Há outras armas, mostradas até aqui na Copa das Confederações.

Jogar desta maneira não é boa ou má notícia. A questão é ajustar a expectativa do que se espera da Seleção Brasileira. Hoje, o futebol brasileiro é assim, mais eficiente do que bonito. Se tudo correr bem, teremos na final a Espanha. De futebol bonito e… eficiente.



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