Love + Flamengo + Timemania. Assuntos mais relacionados do que você imagina



Lá vem este assunto chato que não interessa a ninguém. Torcedor quer saber é de bola na rede, quer ver o time cheio de craques. Quantas vezes, leitor, você ouviu a frase acima? Quantas vezes você mesmo não disse ou teve vontade de dizer isso?

Pois assuntos chatos da política do esporte estão mais perto do dia a dia do seu clube de coração do que parece. Profissionalismo, gestão responsável, esse papo meio abstrato uma hora bate na porta na forma de crise e muita gente nem percebe.

Em 14 de outubro de 2007 foi assinada a regulamentação da Timemania, a loteria que ajudaria os clubes a abaterem suas dívidas com o governo. Até a aprovação, ocorreram intensos debates no Congresso entre a turma que queria a aprovação pura e simples e quem sugeria uma contrapartida dos clubes: que ele se tornassem empresa. Assim, seus dirigentes poderiam ser responsabilizados por má-gestão. Ganhou a aprovação pura e simples.

Dia 19 de janeiro de 2013, a bomba: Vágner Love sai do Flamengo e retorna para o CSKA. Motivo: o Fla não tinha como pagar a dívida que ainda tinha com o clube russo.

Patricia Amorim fez uma das administrações mais desastrosas da história do Flamengo. A dívida monstruosa que impediu a permanência de Love é só um de seus efeitos. É neste ponto que a chatice da política esportiva respinga diretamente no interesse do torcedor. Se na aprovação da Timemania houvesse responsabilização por gestão temerária de dirigentes, Patrícia Amorim não faria o que fez.

Cartolas irresponsáveis estão espalhados por clubes no Brasil inteiro, o Flamengo não é o único. Para estes dirigentes, manter as coisas como estão é o melhor dos mundos. Por isso o esforço que fazem nos bastidores para seguirem gastando muito sem nenhuma responsabilidade.



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