A velha lição de um novo Corinthians



Até ser rebaixado, em 2007, o Corinthians era um símbolo de potencial monstruoso mal aproveitado por administrações péssimas. Desde então, uma reviravolta no clube do Parque São Jorge o transformou.

Em cinco anos, o Corinthians errou muito pouco. E acertou em quase tudo. Contra tudo e contra todos, segurou Tite após a eliminação vergonhosa contra o Tolima; fez um programa de sócio-torcedor que virou referência no futebol brasileiro; aumentou consideravalmente sua arrecadação, desde a chegada de Ronaldo, se transformando numa máquina de fazer dinheiro. E assim, chegou ao topo do mundo.

Pode-se ressaltar a movimentação inacreditável da torcida, pode-se falar que Tite armou um time fortíssimo, pode-se falar que Cássio é um goleiraço e muitas outras coisas. Mas o principal motivo de o Corinthians ter virado modelo no futebol brasileiro está fora das quatro linhas.

Com a taça na mão e o bolso cheio, o Corinthians nos ensina mais uma vez a lição que muitos dirigentes insistem em desprezar: não se faz mais um clube vencedor sem organização e profissionalismo. Quem insistir em não enxergar isso verá a distância aumentar.



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