Arbitragem foi absolvida no julgamento do STJD



O Palmeiras foi goleado no STJD por 9 a 0 e não conseguiu anular a derrota para o Inter por 2 a 1. No jogo, Barcos fez um gol de mão validado e posteriormente anulado. A forte suspeita é de que alguém viu o lance pela TV e avisou ao árbitro que, então, impugnou o lance.

Como o jogo não foi impugnado, há agora mais tranquilidade e isenção para se discutir assunto mais relevante do que o lance isolado. Afinal, houve interferência externa na decisão do árbitro?

O parecer de todos os auditores do STJD foi o de que não foi possível comprovar se houve ou não. Foram ouvidos os árbitros e o delegado do jogo que, evidentemente, recusaram a tese de auxílio eletrônico. Barcos também foi ouvido e admitiu que o gol foi de mão. Foi só. A repórter da TV Bandeirantes, Taynah Espinoza, não foi ouvida. Ela teria avisado que o gol foi irregular. Não dá para saber se isso é verdade ou não, já que ela não foi interpelada no tribunal sobre o assunto.

O julgamento termina sem ferimentos morais, afinal não se legitimou um gol de mão. Mas não avançou em nada no ponto fundamental: estarão os árbitros utilizando auxílio secreto da TV para resolver lances difíceis?

Há indícios fortíssimos de que sim. Preguiçoso, o julgamento do STJD não chegou nem perto da verdade. Ouviu um punhado de pessoas e decretou: não houve interferência externa.

O caso poderia provocar uma investigação profunda e abrir caixas pretas da arbitragem brasileira. Ficou no superficial e viramos a página, infelizmente.



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