O gol que salvou o Galo, o Brasileiro e o… futebol



O jogo ia acabar, os posts no Facebook e Twitter sobre marmelada estavam prontos, faltava só o apito final do juiz para apertarem o “enter” em seus computadores, tablets e smartphones Brasil afora.

Aí, apareceu um cruzamento na medida de Ronaldinho Gaúcho. Depois, apareceu a cabeça de Leonardo Silva. Virada no Independência. O Galo está vivo, o Brasileiro está vivo. O futebol não morre, por mais que façam força para isso acontecer.

Atlético Mineiro 3 x 2 Fluminense foi uma exceção, mas que nos dá alguma esperança: sim, é possível se jogar bom futebol no Brasil. Sim, ainda temos caras de talento raríssimo com a bola. Sim, ainda temos sujeitos que sabem fazer gols como pouquíssimos. Não, nem sempre a arbitragem vai ser o único assunto quando a bola parar de rolar.

Quem ficou perdendo tempo depois do jogo falando se foi falta ou não foi falta no lance do primeiro gol do Fluminense vai me desculpar, mas não gosta de futebol. Este gosta só de ganhar e tem todas as desculpas quando não ganha. Este não consegue sentar na mesa de um bar depois do jogo e discutir… o jogo!

Sim, a arbitragem brasileira é tão ruim que esquecemos que estamos falando de futebol, de um esporte incrível, cheio de alternativas, emoção, estratégia e (por que não?) a ação do imponderável.

Mas que bom que jogos como Atlético Mineiro x Fluminense aparecem para mostrar que futebol é mais (muito mais) do que teoria da conspiração.

Em nome do futebol, obrigado Atlético Mineiro x Fluminense.



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