Era o Iraque, mas…



Sim, era o Iraque. Mesmo com a inspiração de um Zico, mas era só o Iraque. Então, não dá muito para avaliar a FORÇA da Seleção. Mas dá pra avaliar CONCEITOS que estão sendo testados. E estes, são interessantes.

O time que entrou em campo hoje com Kaká, Oscar, Neymar e Hulk, sem um centroavante fixo é diferente do futebol que a maioria pratica no Brasil. Valoriza o toque de bola e, tirando alguns poucos nomes que estão fora, é o que de melhor temos.

Os dois primeiros gols saíram graças à ótima movimentação do quarteto. Nas duas vezes, o falso centroavante do time (Neymar) saiu da área, buscou o jogo e serviu primeiro Oscar e depois Kaká.

Kaká, aliás, voltou bem à Seleção. Eu sei, era o Iraque e isso deve sempre ser lembrado. Mas como papel de líder de um time muito jovem, ele poderá funcionar.

Era o Iraque, era o Iraque, era o Iraque. Isso deve ser repetido como um mantra. Mas conceitualmente, a Seleção que jogou hoje é boa. A dúvida está no seguinte: o conceito terá força para enfrentar adversários mais difíceis? Só dá para saber de uma maneira: enfrentando adversários mais difíceis.



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