Levamos uma sova do “Eixo do Mal”, de Cuba e até do Cazaquistão



Em tese, o quadro de medalhas olímpico serve como parâmetro para medir a qualidade e, consequentemente, a superioridade esportiva de uma nação sobre outra.

Assim, não deixa de ser curioso olhar o quadro de medalhas de Londres e ver Cazaquistão, Irã, Coreia do Norte e Cuba à frente do Brasil. As notícias que chegam a nós sobre estes países não são das mais felizes.

O presidente do Irã não aceita o homossexualismo, o regime é fechado, vira e mexe o país é acusado de tentar fabricar a bomba atômica e faz parte do “Eixo do Mal”, nome dado pelos Estados Unidos aos países mais perigosos (?!?!?!) do mundo.

Cuba é dirigida pela família Castro desde 1959. Aqui, chegam notícias sobre paredão para dissidentes, pobreza, crise de abastecimento, prostituição, etc, etc.

A Coreia do Norte todos os dias é comparada a seu vizinho do sul. Este sim, um ‘”novo rico pulsante” que despeja SUVs nas ruas do mundo inteiro. Já o “irmão pobre” do norte é considerado o regime mais fechado do mundo, tem no poder uma mesma família desde a sua fundação, há fome, frio e dias cinzentos. Parece, está tentando também fabricar a bomba atômica e também faz parte do tal “Eixo do Mal”.

O Cazaquistão ninguém sabe bem o que é. Dirigido pelo mesmo presidente há quase vinte anos, foi uma república da ex-União Soviética. Virou potência olímpica em Londres, com seis ouros até aqui. Como comparação: o Brasil não tem nenhuma chance de alcançar seis medalhas de ouro nos jogos atuais. Torçam para acontecer em 2016.

Nunca estive em nenhum dos quatro países acima, portanto, não posso ter certeza se o que leio é verdade. E o que sei sobre os quatro é o que leio. A questão aqui é que soa no mínimo estranho medir a superioridade de um país por um quadro gelado de medalhas. E se o Brasil estivesse com 15 ouros e lá em cima, a questão seria a mesma. Porque como país não ganhamos medalha nenhuma em muitas coisas mais importantes do que futebol, vôlei ou ginástica nas argolas.



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