Cuidado, Zanetti: 2016 está aí!



A medalha de ouro de Arthur Zaneti emociona por vários aspectos: pela vitória em si (óbvio), por ser em uma modalidade que boa parte da população brasileira nem sabia da existência e por ser uma modadalidade em que 99,9% da população não entende nada (e aqui incluo os jornalistas esportivos).

A vitória é bacana também por não ter nem sequer um cartolão do COB presente ao estádio para entregar a medalha. Afinal, essa turma só vai na boa para aparecer. Vale lembrar a presença de Carlos Arthur Nuzman na cerimônia de entrega de medalhas dos 50m livres na natação. Esperava-se o ouro do favorito Cielo, mas veio o bronze.

Voltando à prova das argolas. A conquista de Arthur Zanetti, linda, coloca luz na modalidade que ninguém estava aí no Brasil, mas isso vai valer pouco ou nada. Já tivemos o melhor tenista do mundo e não fizemos nada para desenvolver a modalidade. Isso em um esporte muito mais popular e de fácil compreensão do que a ginástica.

Para Zanetti vai ficar a glória espetacular de conquistar um ouro olímpico. Ele já é mais um dos nossos raríssimos heróis nacionais. O lado ruim é que ficará também a pressão sobre desempenho em 2016. Daqui até lá, o rapaz será esquecido em seus treinos exaustivos em São caetano. Para em 2016 a torcida exigente comemorar se ele ganhar ou taxá-lo de “amarelão” se nova vitória não chegar.



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