O Corinthians é muito do que o São Paulo não é



Não é uma comparação histórica, de títulos, de beleza da camisa, nada disso. Nem de grandeza, porque grandeza entre gigantes do futebol não se mede. É a comparação entre o Corinthians de HOJE e o São Paulo de HOJE. Um é finalista da Libertadores. O outro tem o Brasileirão para tentar salvar o ano, eliminado que foi da Copa do Brasil.

Hoje, o Corinthians é muito do que o São Paulo não é. O Timão tem um sistema de jogo definido, claríssimo bem como a sua proposta de jogo: fecha-se muito bem na defesa, mas inicia a marcação na frente, sufocando o adversário. O São Paulo tem um sistema no mínimo confuso, por vezes suicida e dá todos os espaços possíveis para o rival, mesmo quando joga em casa.

Defesa sólida e fôlego para marcar sob pressão passa diretamente por volantes bons, posição fundamental hoje em um time de futebol. Por falta de um, o Corinthians tem dois: Paulinho (excelente) e Ralf (bom, muito bem auxiliado pelo parceiro). O São Paulo não tem nenhum. Isso mesmo, nenhum: Denílson não é primeiro volante, Fabrício (machucado no fim de semana) não é, Casemiro não é. Podem ser bons segundos volantes, mas não são primeiros. No elenco tricolor, só há um volante pegador: Wellington, machucado.

O resultado do que um time é e do que outro não é está no momento em que cada clube vive. O Corinthians, com tudo o que tem, é finalista da Libertadores. O São Paulo, com tudo o que não tem, está fora da Copa do Brasil.



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