Cristian no Timão: na música, esquema de compra funciona



Em setembro de 2010 fui a um show da banda escocesa Primal Scream no Circo Voador, Rio de Janeiro. Quase de graça. Como foi possível? Entrei como financiador do show através do site www.queremos.com.br pagando R$ 200. Outros 559 fãs fizeram o mesmo. O total arrecadado garantiu o cachê da banda e a realização do show.

A partir daí, ingressos foram colocados à venda. Tudo o que foi vendido nas bilheterias foi repartido entre todos os financiadores, eu incluído. No fim do mês, meu cartão de crédito recebeu um estorno de mais da metade do dinheiro que eu havia investido. Isto é o crowdfunding, uma nova forma de fazer negócio surgida graças a internet. Basicamente é a união de esforços de pessoas com um mesmo objetivo.

Se não fosse meu esforço aliado ao de outros fãs, o Primal Scream nunca teria feito show em setembro no Circo Voador.

A repatriação de Cristian segue o mesmo raciocínio. Se é desejo dos torcedores que o jogador volte para o Corinthians, eles se unem e bancam o valor necessário. O que não está claro neste caso é como os financiadores poderão lucrar com isso, além do fato de ver o volante novamente com a camisa 6 do Timão.



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