Com o carimbo da superação



Seja quem for campeão brasileiro de 2011, ele terá uma história incrível
para ser contada, que pode ser resumida em uma palavra: superação. Esta será a marca do detentor do título que pode ter seu nome revelado já na próxima rodada ou só na última.

O que Corinthians, Vasco e Fluminense, cada um a seu modo, passaram para chegar neste momento brigando pelo caneco vai ilustrar muito sobre o que se falar deste campeonato e os que virão.

Se for campeão, este Corinthians será lembrado pelas vitórias e viradas
improváveis e pela torcida que mais do que nunca joga junto. O título
reforçará a vocação do Timão de se alimentar do sofrimento para vencer.

O Vasco será lembrado por todos os problemas enfrentados ao longo do ano, o estadual catastrófico, a Copa do Brasil, o AVC de Ricardo Gomes e a maneira emocionante como a tragédia serviu como combustível para que o time desejasse o que outros times já garantidos na Libertadores no meio do ano deixaram de lado: conquistar tudo.

E o Fluminense será lembrado por mais uma arrancada irresistível que tirou o time do meio da tabela e levou ao topo.

Cada campeão tem uma marca própria. O tri-sãopaulino (06/07/08)
foi a vitória da organização. Nenhum rival chegava perto do Tricolor
dentro e fora de campo.

O Flamengo de 2009 foi a vitória da liberdade. Do talento de Pet e Adriano unido à torcida e de se ter no banco o homem certo para a ocasião, Andrade. Uma espécie de Ringo Starr da Gávea, que soube conviver com os egos, caprichos e fez vistas grossas para excessos. O hexa veio.

O Flu de 2010 ficou marcado pelo alto investimento, mostrando que
dinheiro, quando bem aplicado, pode resultar em sucesso. Peças certas
nos lugares certos levaram o título às Laranjeiras.

Em um campeonato tão equilibrado como este Brasileiro, o suor da camisa foi o diferencial. Já a indolência foi o diferencial negativo de alguns favoritos que ficaram pelo caminho.



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