Fla, Flu e Bota passeiam. O Vasco assusta.



A vitória fácil do Flamengo diante de um América cada vez mais pequeno não impressiona. O triunfo do Flu contra o Olaria não impressiona. Dois gols contra de um mesmo jogador da Cabofriense no jogo contra o Botafogo é curioso e raro. Mas a goleada do Glorioso não impressiona.

São resultados mais do que normais em um campeonato em que, via de regra, os pequenos não passam de sparrings.

O que realmente assustou nesta segunda rodada do Carioca foi a fragilidade do Vasco.

Isso sim, está fora da ordem.

Se o sinal de alerta foi aceso no meio da semana após derrota em casa contra o Resende, ontem a certeza veio à tona.

Perdido em campo, o time de PC Gusmão só conseguiu um empate a duras penas por ter um jogador a mais desde o fim do primeiro tempo e a um pênalti mal marcado a seu favor no segundo. Mas nem isso foi o suficiente, pois o time sofreu o terceiro em seguida e saiu de campo derrotado.

Em duas rodadas, o time não soma nenhum ponto e tem a lanterna do grupo A.

Pegue o time do Vasco no papel e não verá o desastre que está claro na tabela.

Mas a esperança em Felipe e Carlos Alberto parece ter sido pulverizada em dois jogos. O primeiro teve seis meses para se readaptar ao futebol brasileiro, mas segue lento. O segundo, que se imaginava livre das contusões que o atormentaram em 2010, saiu de campo lesionado.

Para completar o quadro, PC Gusmão não faz seu time andar.Ontem, levou uma surra tática do modesto Nova Iguaçu, que nem de muito longe lembra a Holanda de 74, a não ser pela camisa laranja.

A segunda rodada do Carioca termina sem nenhum pequeno assustando e com um grande assustadoramente enfraquecido.

O Fla passeia e ainda sonha com as estreias de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves. O Botafogo atropela com seu futebol eficiente e o Fluminense brinca e vence com o elenco forte que tem.

O Vasco é a exceção e precisa renascer logo. Porque um grande dar vexame diante dos pequenos no estadual, pela regra, é raro. Tão raro quanto dois gols contra de um mesmo jogador. Mas acontece e pode ser desastroso.



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