Fla, Flu e Bota passeiam. O Vasco assusta.



A vitória fácil do Flamengo diante de um América cada vez mais pequeno não impressiona. O triunfo do Flu contra o Olaria não impressiona. Dois gols contra de um mesmo jogador da Cabofriense no jogo contra o Botafogo é curioso e raro. Mas a goleada do Glorioso não impressiona.

São resultados mais do que normais em um campeonato em que, via de regra, os pequenos não passam de sparrings.

O que realmente assustou nesta segunda rodada do Carioca foi a fragilidade do Vasco.

Isso sim, está fora da ordem.

Se o sinal de alerta foi aceso no meio da semana após derrota em casa contra o Resende, ontem a certeza veio à tona.

Perdido em campo, o time de PC Gusmão só conseguiu um empate a duras penas por ter um jogador a mais desde o fim do primeiro tempo e a um pênalti mal marcado a seu favor no segundo. Mas nem isso foi o suficiente, pois o time sofreu o terceiro em seguida e saiu de campo derrotado.

Em duas rodadas, o time não soma nenhum ponto e tem a lanterna do grupo A.

Pegue o time do Vasco no papel e não verá o desastre que está claro na tabela.

Mas a esperança em Felipe e Carlos Alberto parece ter sido pulverizada em dois jogos. O primeiro teve seis meses para se readaptar ao futebol brasileiro, mas segue lento. O segundo, que se imaginava livre das contusões que o atormentaram em 2010, saiu de campo lesionado.

Para completar o quadro, PC Gusmão não faz seu time andar.Ontem, levou uma surra tática do modesto Nova Iguaçu, que nem de muito longe lembra a Holanda de 74, a não ser pela camisa laranja.

A segunda rodada do Carioca termina sem nenhum pequeno assustando e com um grande assustadoramente enfraquecido.

O Fla passeia e ainda sonha com as estreias de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves. O Botafogo atropela com seu futebol eficiente e o Fluminense brinca e vence com o elenco forte que tem.

O Vasco é a exceção e precisa renascer logo. Porque um grande dar vexame diante dos pequenos no estadual, pela regra, é raro. Tão raro quanto dois gols contra de um mesmo jogador. Mas acontece e pode ser desastroso.



  • santos

    eu nunca vi uma coisa tão feia quanto ao jogo de hoje do botafogo, e ridiculo a tendencia das arbitragens de acordo com alguns comentaristas da rede globo, que sempre na torcida pelo time de renome , abonan um penalty que na realidade a bola bate na mão do defesa , se fosse o contrario com com serteza o boca mucha da rede globo estaria se acabando em esculhambar a arbitragen e dizer que teria sido bola na mão e não mão na bola. fas e vergonha um timinho como este bostafogo que so assim mesmo para ir em frente no campeonato,partida mediocre com lara tendencia da arbitragen para o botafogo,feio muito feio , torcer torcer , mas roubar o outro time é muito feio ,um time mediocre tem que ter estes artificios para se sagrar vitorioso, não por seus meritos mas por favorecimento claro de uma arbitragen mediocre, muito mediocre,

  • rodrigo

    vem ca ninguem vai investigar o flamengo nao para um clube que deve mais de 300,000 milhoes na praça se fosse na europa o flamerda ja teria decretado falencia mas aqui e brasil e o presidente da cbf e flamerdista roxo nao acontece nada,acabei de ler no lance que o flamerda quer pagar para o juan zagueiro da roma 3 milhoes de euros de onde esta saindo todo esse dinheiro ninguem vai falar nada fazer nada cade a policia federal do rio de janeiro.isso ta na cara que e lavagem de dinheiro.

  • ANDRE DIAS

    informaçoes sobre a realidade do vasco by blog do paulinho, apurem:
    Ao Conselho Deliberativo do Clube de Regatas Vasco da Gama
    Eleito por esse Conselho para exercer o cargo de 1º Vice-Presidente Administrativo, no momento em que apresento minha carta de renúncia, julgo-me na obrigação de, com ela, apresentar as justificativas para tal decisão.
    A falta de respeito sob o ponto de vista pessoal, já seria o bastante para uma decisão dessa natureza, mas sempre teria um caráter pessoal.
    A falta de respeito a pessoas, a funcionários e aos Estatutos do clube, aliada a comportamentos indignos de quem ocupa cargos na diretoria de um clube com o nosso glorioso passado, me levou a não mais ter interesse em conviver.
    Se não vale a pena conviver, não vale a pena argumentar, mas algumas reações devem aqui ser colocadas como exemplo não só de caráter mas de como a força do ódio e de sentimentos inferiores, pode destruir uma instituição.
    Inicio pelo, aparentemente, ultrapassado caso do Vice-Presidente Jurídico, Dr. Luiz Américo Chaves.
    Por se tratar de um profissional honesto, no dia seguinte ao da posse, me deu conhecimento do seu pleito por remuneração, dada a necessidade de uma dedicação quase integral.
    Prontamente, lhe disse que não só os Estatutos não permitiam, como sob o aspecto moral, naquele momento, era uma reivindicação a ser esquecida e que pensasse em formas de remuneração outras, desde que sustentáveis.
    Antes da posse, entretanto, ainda desarmados os espíritos pela inebriante vitória, estranha interferência apresentara a sugestão, aceita, de ficar a administração do clube com o 2º Vice- Presidente, diante da inexperiência do Presidente Administrativo e do fato de o 1º Vice-Presidente, sendo engenheiro, melhor ficar com o Patrimônio.
    Sem que se percebesse, tinha início a primeira fase de um processo de domínio.
    Passados 15 dias, comunicada a desistência do Dr. Benjamim Nasário da Vice-Presidência de Finanças, no dia seguinte, o Dr. Mandarino passou a acumular o cargo.
    O Dr. Luiz Américo foi a ele, falou das impossibilidades que eu apresentara e o Dr. Mandarino deu a ¨solução¨, arranjando um parecer que permitia ao Vice-Presidente Jurídico ser remunerado, mas essa posição deveria ficar somente do conhecimento deles dois e do Presidente.
    O Dr. Luiz Américo argumentou que queria tudo às claras, já que justo, mas a resposta foi de que, politicamente, seria melhor.
    Só em novembro, diante de denúncias e de documentos, todos tomaram conhecimento do relatado.
    A partir daí, mais que da oposição veio da situação, uma forte necessidade de queimar e afastar, rapidamente, o Dr. Luiz Américo, para que nele fosse jogada toda a culpa, culpado menor e mais indefeso.
    Nesse mesmo período, tivera início a segunda e insidiosa fase do domínio, através do desgaste.
    Para diversos Vice-Presidentes, individualmente, o Dr. Mandarino afirmou que era o Luso quem vazava para a Imprensa, os assuntos discutidos em reuniões de Diretoria.
    Ao mesmo tempo, passou a designar as reuniões de Diretoria de¨assembleismo¨, em que nada se decidia.
    Logo em seguida, o Presidente passou a dizer o mesmo, apesar das posições contrárias de outros Vice-Presidentes e tivemos um período em torno de 3 meses sem reuniões.
    Roberto Dinamite, Mandarino e Luiz Américo decidiam tudo, em geral, em reuniões no centro da cidade.
    Também em novembro, tomei conhecimento dos fatos acima e fui ao encontro do Presidente da Assembléia, Dr. Olavo Monteiro de Carvalho que confirmou ter também ouvido do Dr. Mandarino a referida calúnia e que eu deveria falar com o Presidente, pois, provavelmente, este também estaria sob essa influência.
    Diante do então caos administrativo e financeiro do clube (palavras do Presidente ) e já que Mandarino só pensava em futebol, veio a decisão de um novo Vice-Presidente Financeiro, passando o Dr. Mandarino a ocupar a Vice do Futebol.
    Em dezembro, consegui uma reunião com o Presidente, quando pude relatar o que estava acontecendo.
    Como ele havia dado carta branca ao Dr. Mandarino e não sabia sequer os salários dos novos jogadores, disse-lhe, bem claramente( exponho aqui e agora, por já ser de conhecimento público):
    – ¨Roberto, com o time na 2ª Divisão, se vier o despejo da Barra, se não conseguir o patrocínio da Eletrobrás e se vazar para a Imprensa que você não sabe nada sobre os salários, você ficará em péssima situação. ¨
    O Presidente garantiu que pediria a relação completa dos jogadores e gostaria de contar com meu apoio pois, em breve, as questões seriam resolvidas.
    Não só não foram bem resolvidas como outras questões foram adicionadas ( Vasco-Barra, Luso Arenas, o vergonhoso desrespeito ao Desembargador Nei Fonseca )
    Ao fim de 2009, em nova reunião com o Presidente, comuniquei que se tudo continuasse, não renunciaria, mas passaria a ser um dissidente declarado.
    Em abril( ou maio ) de 2010, o Presidente se fez acompanhar do Dr. Nelson Rocha e do funcionário Rodrigo Caetano em viagem à Europa, da qual tomei conhecimento através da Imprensa, o que me fez estar presente em São Januário, nos dias seguintes, para aparentar conhecimento prévio e salvaguardar sua posição.
    À sua chegada, na Tribuna de Honra com diretores do clube visitante, inquiri se tinha sido feliz no contato com os alemães (caso Carlos Alberto) e com os italianos (caso Felipe Coutinho), procurando justificativa para a forma daquela viagem.
    O Presidente me respondeu que tinha somente ido a Portugal, em viagem muito agradável.
    Nos dias que se sucederam, tive nova reunião com o Presidente, cobrando uma necessária e respeitosa comunicação de ausência do país ao que o Presidente retrucou que não se julgava obrigado a isso.
    Diante do fato, comuniquei que não mais voltaria àquele Gabinete a não ser se convocado, mas não renunciaria.
    Durante 2009, recebi cartas de um vascaíno anônimo, cobrando de mim posições a respeito, principalmente, de ¨negócios ¨envolvendo o Chefe do Gabinete.
    Por se tratar de cartas espúrias, não dei guarida mas procurei verificar alguma possível veracidade nas acusações, como julgava ser minha obrigação.
    Em 2010, recebi um CD com gravação de trechos de reuniões de Diretoria, a denunciar que o anônimo possuía muito mais, acompanhado de carta em que exigia uma posição a respeito e dizia ter mandado cópia aos Grandes Beneméritos Antonio Lopes Caetano Lourenço e Nelson Gonçalves, pois em conversas gravadas, eu teria feito alusões aos mesmos como pessoas corretas.
    Com o CD, cobrava dos mesmos, o acompanhamento das minhas posições nos casos que ele próprio elencava.
    Entrei em contato com ambos para que me comunicassem, no caso de recebimento.
    Numa 5ª feira, o Dr. Nelson Gonçalves acusa o recebimento do CD e combinamos manter sigilo, já que não poderíamos alimentar tal prática.
    No sábado, recebo nova carta, dizendo que não sossegaria enquanto eu não colocasse tudo às claras.
    Na 2ª feira, apresentei ao Conselho de Beneméritos o caso, solicitando:
    a) que não fosse, ali, ouvida a gravação por não ter mérito próprio, relatando alguns casos nela contidos, no sentido de esvaziar seu conteúdo e impedir a continuidade desse procedimento;
    b) que aquele Conselho deveria respeitar o poder representado pelo Presidente Administrativo, da mesma forma que o Presidente deveria respeitar não só aquele Conselho como os demais poderes do clube.
    Assim foi feito, conforme pode ser comprovado na gravação das reuniões do Conselho de Beneméritos, medida feliz, adotada pela presidência daquele Conselho.
    Consequências:
    Assim que solicitei a reunião do Conselho de Beneméritos, recebi emails agressivos de uns poucos vascaínos.
    A agressividade é plenamente justificável pelo desconhecimento de circunstâncias, pelo envolvimento de que foram vítimas e, principalmente, pelo que, mais adiante, será apresentado.
    Devo salientar, no entanto, que o conteúdo do email de um chefe de torcida organizada e do conselheiro que foi colocado como interlocutor junto às torcidas, era, basicamente, o mesmo.
    O conselheiro, Sr. Agostinho Taveira, perguntava por que eu não me manifestara quando da expulsão de conselheiros do MUV.
    Responderei mais adiante.
    O Sr. Mandarino enviou correspondência ao Presidente, dizendo que ao tomar conhecimento da minha posição junto ao Conselho de Beneméritos com as gravações, não mais estaria presente às reuniões de diretoria com minha presença, Os senhores Mandarino e Nelson Rocha deram início à pressão para os demais vice-presidentes assim se manifestarem, não conseguindo dobrar o caráter de José Roberto Gomes da Costa.
    Deve ser ressaltado que nenhum dos Vice-Presidentes Beneméritos esteve presente a essa reunião do Conselho.
    O Sr. Mandarino não poderia estar presente, mas não poderia perder a oportunidade de tacada final.
    Já o Sr. Nelson Rocha, é um caso à parte.
    Ainda em 2009, falei com o meu amigo e Grande Benemérito José Maquieira, presidente da Comissão de Reforma dos Estatutos, que julgava não só conveniente como necessário, ser criado um dispositivo que impedisse ser o Vasco tão usado como trampolim de carreiras políticas, deixando bem claro que isso não fosse válido para as eleições 2010, para não prejudicar as candidaturas existentes.
    Na ocasião, o Dr. Maquieira achou que, embora importante, era uma questão delicada e admitiu que a hipótese de um licenciamento de 6 meses para os postulantes, talvez fosse uma alternativa.
    O Sr. Nelson Rocha sabia de minha opinião e ainda, de que eu fora contrário à colocação de out-door de agradecimento de Nelson Rocha e Roberto Dinamite no fim de ano, por ser um interesse agressivo demais.
    Nunca houve, de minha parte, uma questão pessoal e fiz ver ao Presidente que comigo concordou.
    Em reunião de Diretoria, entrei em litígio com o Dr. Nelson Rocha por determinações julgadas por mim desrespeitosas com os funcionários do Vasco, em especial, o posteriormente falecido, Murilo, administrador do Estádio.
    Na discussão, aliou-se a Nelson, o Sr Mandarino e, a partir daí, firmou-se um difícil relacionamento com ambos.
    A prevalência do ódio e de sentimentos inferiores.:
    Antes da última reunião do Conselho Deliberativo, um conselheiro, conversando comigo, ironizou a observação do Conselho de Beneméritos da conveniência de contrato de Risco de Engenharia (Performance Bond) para as obras em São Januário a serem efetuadas pela Prefeitura.
    Esclareci que a observação havia sido de minha autoria mas a ironia permaneceu.
    Sendo esta, espero, minha última participação no Conselho, sinto-me à vontade para esclarecer minha posição nesse caso e na vida pública e que exigiriam um respeito que é devido a qualquer cidadão e que sempre me foi ofertado em todas as instituições de que participei, inclusive no Vasco da Gama.
    Fui o 1º Professor de Inspeção de Riscos de Engenharia no Brasil e durante alguns anos, o único, até ser convidado por órgão governamental, o IRB, para preparar engenheiros para a especialidade, o que fiz durante 2 anos nas principais capitais do país.
    Fui o único engenheiro não vinculado ao Mercado Segurador, a participar da criação da Tarifa de Seguro de Riscos de Engenharia, adaptando as Normas suíça e alemã e na visitação e análise dos riscos petroquímicos, nucleares e usinas hidrelétricas.
    Como empresário, além de ter sido sócio diretor por 50 anos, de tradicional empresa do comércio de materiais de construção, fui Presidente do Sindicato patronal do setor por 30 anos, Presidente de Federação do Comércio e, eventualmente, do SENAC e do SESC.
    No Clube de Regatas Vasco da Gama, sócio há 67 anos; nos anos 50, um dos mais novos conselheiros do clube; nos anos 60, como engenheiro convidado, fiz parte da Comissão Julgadora dos projetos para o prédio de 25 andares de nossa Sede Social à Av. Presidente Vargas, de triste memória; nos anos 80, Vice-Presidente de Esportes Amadores e Vice-Presidente do Departamento Infanto-Juvenil.
    Outros fizeram mais, com certeza, mas assim como meu pai tinha orgulho por ter ajudado anonimamente, a erguer o Estádio de São Januário, sinto orgulho por ele, pelo que pude fazer e pela credibilidade adquirida por 50 anos de trabalho, com respeito ao próximo e às instituições de que faço parte.
    Entendo que a mídia vascaína faça críticas e permaneça em constante alerta, o que é salutar em um sistema democrático, desde que, para o bem do Vasco, sem ironias maldosas ou até mesmo pejorativas que afastam as pessoas de bem que não querem ser dessa forma envolvidos.
    O Casaca, como Oposição, me acusou de omissão e acho que tem razão, se não considerar que essa omissão foi, acima de tudo, a de manter uma expectativa de harmonia administrativa que nunca foi possível.
    O Só Dá Vasco, como Situação, me acusou de forjar as gravações e também acho que tem razão aparente, pois a minha voz é bem mais clara, o que pressupõe maior proximidade.
    Como Engenheiro de Riscos, sempre mantive contato com colegas da Polícia Técnica e ao ouvi-los, a conclusão foi de que ou o gravador estava comigo ou no forro ou na mesa, mais próximo de mim.
    Ambos não me conhecem e têm razão de não pensar em 50 anos de probidade e de 60 anos de Vasco, sem nunca participar de calúnias ou de movimentos escusos, visando prejudicar terceiros com maledicências.
    Não deixam, no entanto, de ser uma referência, como exemplo do ódio a que adiante nos referiremos.
    Não sinto tristeza ao ler as declarações do Vice-Presidente José Mandarino, em ataque desnecessário, de que nada muda com minha saída já que perante ele e seus pares, eu era ímpar.
    Pelo contrário, concordo e reafirmo: Perante ele e seus pares, eu sou ímpar.
    Não sinto tristeza por ser o único Vice- Presidente não Grande Benemérito.
    Pelo contrário, espero que nunca me tirem esse orgulho de não ter feito parte, nunca, de facções que permanecem, sempre, em defesa dos seus amigos, dos seus interesses, de suas vaidades, de suas ambições, sem voltarem seus pensamentos para o destino e o futuro do Vasco.
    Não sinto tristeza quando ouço de um Grande Benemérito que eu estava causando grandes danos ao clube ao ir àquela reunião do Conselho de Beneméritos.
    Há 25 anos, o Presidente Antonio Soares Calçada, ciente das minhas preocupações, me designou para preparar o Planejamento Estratégico do clube.
    O Vice-Presidente de Patrimônio, achando que estava sendo diminuído em sua importância, pediu apoio a um líder de sua facção para que pressionasse o Presidente para botar abaixo a decisão.
    Calçada falou comigo sobre a pressão, o deixei à vontade e ambos julgamos melhor deixar tudo como estava.
    Perdemos mais 25 anos.
    O Grande Benemérito era o mesmo.
    No entanto, devo dizer que ele é uma figura importante e que age, certo de que está fazendo o melhor para o clube, nunca pensando que poderá estar causando mal, ao interferir no caminho natural das coisas.
    O grande Eça de Queiroz já dizia que um problema mal resolvido, escondido, não está resolvido.
    Assim, o ódio que se instalou há mais de 30 anos, foi escondido, mas não resolvido.
    Para boa governabilidade do Vasco, em 1985, as facções Calçada-Eurico se uniram e vivemos bons momentos de paz e evolução, mas os sentimentos permaneceram, ocultos.
    Bastou que ambições e vaidades superassem os interesses maiores do clube para que mágoas passadas eclodissem, até mesmo por conveniência de muitos que não faziam parte daquele passado, pois a manifestação de ódio realça personalidades.
    O ódio é mais forte que o amor, mesmo que não tão duradouro.
    Ainda na reunião de 30 de dezembro, ao imaginar como seria importante, reunirmos figuras antagônicas, adversário políticos, em torno de uma mesa para juntos participarem de um processo de união redentora, fui aparteado por um conselheiro, a dizer que jamais sentaria com um inimigo político e aduziu: -¨Por que você não participou no caso da expulsão de membros da antiga oposição?
    Por ser a manutenção do ódio tão importante, o conselheiro não percebeu que a presença permanente minha e de Hércules Figueiredo, e, principalmente, a atuação deste, no Conselho de Beneméritos, foi que deu ensejo à comutação das penas àqueles associados, em 12 de julho.
    Com certeza, não foi a ausência dos beneméritos da situação.
    Tinha a intenção de provocar uma reunião dos Presidentes dos Poderes para alertar sobre a necessidade de respeito entre eles, independentes das diferenças pessoais.
    No caso do Dr. Eurico Miranda, o fato de ser Oposição não o desobriga de manter seus direitos e obrigações e assim tem sido, de forma inegável, em defesa dos interesses do clube.
    No caso do Presidente do Conselho Fiscal, Dr. Hércules Figueiredo, talvez o primeiro no cargo a agir com isenção e independência, tem sobre si, as acusações de ser muito correto, o que seria risível se não fosse vergonhoso.
    . A desconsideração e o desrespeito à sua atuação vêm num crescendo, até atingir o inimaginável neste último mês de dezembro, levando o Conselho Fiscal a comunicar que suas reuniões só voltariam a se realizar, após formal pedido de desculpas.
    Estava ainda, propenso a reunir Calçada e Eurico num grande abraço de paz, mas alguém o fará.
    Paz por tudo que já fizeram pelo Vasco e por ser aquele gesto o maior de suas histórias, ao não deixar que o ódio não só permaneça mas que se alastre.
    Nesse dia, também os Presidentes dos Poderes se unirão e se respeitarão e mesmo que seja por interesse de preservar suas biografias, o resultado será a redenção.
    Nesse mesmo dia, os conselheiros donos da verdade, na realidade, donos das suas verdades, se cumprimentarão e alguns, até se abraçarão, sem precisar pedir desculpas pelas ofensas praticadas como multidões enfurecidas.
    Permitam-me sonhar.
    Nesse dia, fruto de todo esse estado harmonioso, a administração discutirá e dará satisfações, abertamente, de todos os problemas, antigos e novos, do nepotismo ao desrespeito, da redução da folha de salários, dos contratos e contratações justificadas e das relações familiares, sem sombras.
    Despeço-me da vida política do clube e só me pronunciarei se necessário algum esclarecimento ou sobre questões atuais e futuras, sempre no sentido de ser construído para nosso clube, um presente e um futuro de acordo com sua grandeza.
    Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2011
    Luso Soares da Costa

    Sócio de Dinamite é condenado por fraude e perde imóvel no Rio de Janeiro
    3 de janeiro de 2011

    O empresário Paulo Teixeira, foragido da justiça brasileira, dono da conta bancária em um paraíso fiscal, utilizada por Roberto Dinamite para desviar recursos que deveriam ter entrado nos cofres do Vasco da Gama, recebeu mais uma condenação no Rio de Janeiro.
    Desta feita o TJRJ condenou o sócio de Dinamite por FRAUDE a execução, no processo nº 0039978-35.2007.8.19.0001.
    Como resultado, o único imóvel que possuía no estado foi retirado pela justiça e entregue a sua filha, que não recebe pensão alimentícia há dois anos.

    Intercâmbio ?
    27 de dezembro de 2010

    “Essa relação é uma relação até boa, com o presidente do Benfica. Nós conversamos até com relação a isso, dessa possibilidade e até a situação do Éder Luís, que hoje o Vasco detém aqui como um empréstimo. É uma situação. Foi um jogador que se postou e teve uma atuação muito boa dentro do Vasco da Gama. Ele pretende e deseja continuar. Agora, podemos sim analisar e ver outras situações. Isso ficou mais ou menos conversado com o presidente do Benfica, uma possibilidade desse intercâmbio, que seria interessante tanto para um lado quanto para o outro.”
    Com essa declaração, o presidente vascaíno, Roberto Dinamite, trata de escancarar publicamente o que já era de conhecimento de muitos em São Januário.
    O empresário Carlos Leite manda e desmanda no futebol do clube.
    A equipe portuguesa, há anos, é utilizada pela “organização” para lavar dinheiro de origem duvidosa.
    Seu verdadeiro dono, que manda no Presidente, é o empresário Jorge Mendes, de forte ligação com a MSI, de Kia Joorabchian.
    Mendes é sócio de Carlos Leite na Gestifute Brasil.
    Dinamite demonstra a cada dia não temer possíveis punições por seus atos, talvez amparado em forças políticas que o ajudam a abafar judicialmente muitos deles.
    Após a comprovação do desvio de dinheiro do Vasco da Gama para paraísos fiscais, o presidente do Vasco parte agora para uma parceria explícita com o que existe de pior no futebol mundial, ironicamente tratada por ele como “intercâmbio”.
    A impunidade na justiça brasileira, aliada a incompetência dos órgãos que o investigam e o desamor pelo clube dos conselheiros que lhe dão guarida serão os grandes responsáveis pelo que ainda está por vir.
    Pobre Vasco…

  • João Vitor

    Vasco decepcionando de novo. Vergonhoso.

    http://esporteeesportistas.blogspot.com/. Acessem meu blog sobre esportes. Basquete, com a NBA e o NBB, Fórmula 1, Moto GP, Tênis, Natação, Vôlei, Handebol, NFL, Rugby, MLB, MMA, Judô e muito Futebol. Principais campeonatos nacionais, Champions League, Europa League. Acessem, divulguem e comentem.

  • Daniel Martins

    Se o Vasco depender de Felipe, é capaz de ser rebaixado no campeonato estadual. Meu Deus como aquele rapaz é soberbo. Pensa que o seu passado pode resolver as coisas. Meu Deus como o felipe é lento. Fora Felipe, depois da ntrada do Jéfferson o time melhorou, pois houve chutes de fora da área, o C. Alberto e o Lento querem entrar com bola e tudo.
    Um time que a grande contratação é Eduardo Costa…
    Vendeu o Zé Roberto e a contratação para meia ofensivo?
    Tá difícil

  • RAI

    Mais um vez venho avisar que a arbitragem ajuda aos grandes contra os times pequenos. Vejamos, o botafogo foi beneficiado na 1ª rodada com um penalti que não existiu. O fluminense também foi contra o bangu, pois o mesmo teve um penalti a favor que não foi marcado. O vasco, é que apesar da ajuda como ontem, não consegue ganhar de ninguém. o único que não teve ajuda da arbitragem foi o flamengo, pois na verdade não precisa. Vamos ganhar de todos contra tudo.Um abraço

  • Romero Tironi

    Parabéns primo – talvez seja mesmo – pelo que tem escrito, costumo ler. E se houve erro de português: irrelevante.
    Abs. Romero Tironi.

  • sandro

    O problema é que Carlos Alberto e Felipe ancorarram no meio campo do vasco esperando os outros correrem por eles. Não vai acontecer e o resultado já está a vista de todos!

  • João Com Braço

    Peço vênia aos leitores que discordaram, mas não há erro de português na passagem “cada vez mais pequeno”. Nesse caso, o blogueiro quis dizer que o América é “cada vez mais TIME pequeno” e não mais pequeno, no sentido de menor.

  • Vini

    Quer dizer que os 4 da capital são os ‘mais grandes’ do Futebol Carioca, já que a gente se refere a ‘times grandes’???
    Hahaha.
    Dá o braço a torcer e corrige aí, cara.

  • Washington

    Ô Eduardo, vá aprender a ler antes de querer corrigir o blogueiro. que coisa, hein! lamentável.

  • anonimo

    “mais menor”

  • Tironi

    Neste sentido, não. Foi de propósito que escrevi mais pequeno, pq é como chamamos normalmente os times menores: “os pequenos”.

  • Eduardo

    Fala Tironi!!

    Estou comentando só para corrigir um erro ridículo de português.

    “A vitória fácil do Flamengo diante de um América cada vez mais pequeno não impressiona”

    “mais pequeno”??? Como assim??? Não seria “menor”?

  • Wagner

    Com a volta da zaga titular e do Eduardo Costa o Vasco vai equilibrar e ainda vai brigar por uma vaga na semi da Taça Guanabara. Para o Brasileiro vamos precisar URGENTE de uns 4 jogadores para serem titulares.(ataque, volante, meia)

  • REGES

    SOU VASCAINO E ACHO QUE O VASCO TEM QUE FAZER MAIS GOLS QUE OS ADVERSARIOS PARA CONSEGUIR GANHAR OS JOGOS.

  • DODO

    EU AXO QUE SE O VASCO TIVESSE FEITO MAIS GOLS PODERIA TER GANHADO O JOGO

  • Tironi

    Não sou parente. Abs

  • Marcus

    Só dá para lamentar a situação do Vascão!

    Sou palmeirense mas no RJ sou Vasco e é triste ver essa situação! Se não contratarem rápido, vai ficar dificil.

    o Flamengo fez certo ao contratar T. Neves e esse Vander, para nao ficar na dependencia do R10. Se nao der certo, tem reposição, se der vai ser um timaço.

    O Botafogo depende da relação Joel-Loco Abreu, que parece estar cada vez mais dificil.

    Eo Flu, junto com Santos e Atletico MG tem o melhor elenco do Brasil

  • Rafael

    Vander, pra você falar que o Fla não passeou, é pq não viu os 2 jogos ou então não entende nada de futebol! O Flamengo sobrou nos 2 jogos e os placares foram mentirosos, era para o Fla ter metido uns 4 no Volta Redonda e uns 5 ou 6 no Mequinha, só que o Deivid tá mal e o Drogbinha está no sul americano, ou seja, o time cria muitas chances mas só converte algumas. Deixe de ser recalcado!!!

  • Paulo

    Bom dia.

    Você é parente do Tirone do Palmeiras? Parece pra caramba.

    Abraços.

  • Rodrigo Haydt

    Apesar da vitória não gostei da forma como o Fluminense jogou. Não pode tomar 2 gols de olaria. O time ainda está se acertando.
    Se o vasco não se acertar logo o ano de 2011 promete ser um desatre para os vascaínos.

  • Bruno

    Vasco levem o Joel Santana do meu Botafogo para dá um jeito nesse time.

  • Castro

    Carlos Alberto pipoqueiro , e Felipe Chinelinho aposentado …..Saudações Rubro Negra….

  • Castro

    O Juiz bem que tentou ajudar o VASQUINHO , expulsando injustamente o jogador do Nova Iguaçu , e INVENTANDO UM PENALTI INEXISTENTE E FAJUTO para o VASQUINHO , mas timinho HORROROSO DO VASQUINHO CONSEGIU PERDER PERDER PERDER …SEGUNDONA DE VOLTA…saudações RUBRO NEGRA…

  • PQD

    Pintinho…
    Vai se fuder…
    A coluna fala do merda do seu vasquinho que sera rebaixado no Carioca.
    Esqueça meu fuderoso MENGÂO e se preocupe com seu time de MERDA.
    Felipe de bengala e Carlos chinelo estão sugando a vida de vcs.
    Seu anti-Flamenguista, recalcado e invejoso.
    Este ano sera so alegrias para a NAÇÂO RUBRO NEGRA.

  • a voz do povo

    sem duvida o futebol demonstrado pelo vasco preocupa os seus torcedores.mas o vasco deixou de ser um time “grande” a partir do momento que o tecnico Dorival junior deixou o cargo para dirigir a equipe do santos.
    para piorar a triste historia do torcedor vascaino, jogadores importantes na campanha da serie B como Alex teixera ,Felipe coutinho e Alan cardec, ate então destaques do vasco deixaram que fossem negociados com clubes da europa.
    para substituilos o clube crusmaltino contratou Eder luis, Felipe, e agora Eduardo costa.Fica a “eterna” duvida,seria essa a melhor alternativa de reconstruir o vasco, ou seria um “bom” argumento para manchar a sua gloriosa historia, envergonhar sua torcida e faturar milhões com jovens promessas brasileiras?

  • junior

    fogãoooo bi campeão !fogãoooooo fogãoooooooooo

  • Vitor Brasil

    puts, só o vasquinho q perde msm, ainda falei antes, o único que não vai ser campeão é o vasco.
    o mengão está bem, mas vai melhorar bastante com o tempo, eu espero!!
    saudações, do maior do mundo!!

  • Realmente como vascaíno, o time vem assustando muito. É óbvio que o time não tem dinheiro e ninguém faz omeletes sem ovos, mas o Vasco deveria correr atrás de outras fontes e formas para trazer bons jogadores e não ex-jogadores em atividade. Felipe tem uma habilidade fenomenal, mas não pode ser jogador que vive de dar três quatro bons passes por jogo. Carlos Alberto só jogou bem a série B, pelo Vasco, porque eram times muito inferiores e o Vasco cresceu por conta de sua torcida. Carlos Alberto e Felipe jogam só com o nome. Se Juninho Pernambucano vier também com 876 anos pra compor elenco é melhor que não venha! Os reservas também não foram bem. O Enrico tadinho, é anêmico, não tem força pra dar um passe.

    Quanto a Roberto Dinamite, esperávamos, todos os vascaínos, que fosse ter uma gestão de excelência na parte administrativa e conseguisse nos tirar da fila. Mas não é o que vai ocorrer. Esse ano continuaremos sem arrumar nada. Eurico e seu grupo é péssima opção e Roberto não tem nada que o faça realmente um presdente confiável, é fraco!

    Espero que dias melhores aconteçam!

  • vander

    Voce nao sabe o que ta falando para poder falar do vasco…
    o flamengo passeia?? so se for pela lagoa ou por capacabana… vendo que quem nao entende as coisas sobre futebol nao sao torcedores e nem tecnicos e sim comentaristas como voce..

    :>

  • marcelo

    o vasco vai de ladeira abaixo

  • Deuzimar

    O time do vasco desde do ano passado mostrou-se um time fraco então diante dos pequenos não consegue vencer está na hora da diretoria se manifestar pois com esse time é forte candidato ao rebaixamento da série A do brasileirão

  • Lempe

    O vasco nao precisa de marketing, o vasco precisa de vitorias fora dinamite, fora rodrigo caetano fora torcida que acredita que qualquer um pode fazer papel de edmundo e rOmario!!!

  • o fla passeou okei, mas nao acredito que o arquiteto luxemburro emplaca o brasileirao

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