Clubes utilizam mal a internet



Esta é a minha coluna publicada na página 3 da edição do diário LANCE! desta terçca-feira, 16 de setembro. Dê o seu pitaco.

Clubes utilizam mal a internet

A ideia era muito boa, mas o tiro saiu pela culatra. O Departamento de Marketing do Fluminense resolveu internacionalizar seu site, utilizou uma ferramenta do Google para traduzir o conteúdo para o inglês e pronto. O ídolo Branco virou White, Carlos alberto Pintinho virou Chick, Bigode virou Moustache entre outras coisas.
A notícia se espalhou pela internet, passou pelo Twitter e todo mundo quis tirar sua casquinha do Tricolor. O que era para ser uma bela ação virou mico.
Mas deslizes deste tipo não são exclusividade do Fluminense. Dando uma rápida passeada por outros sites oficiais dá para perceber que a comunicação pela internet ainda engatinha nos principais clubes brasileiros.
O do Flamengo, por exemplo, dá destaque a uma pesquisa LANCE!/Ibope feita em 2004. Uma nova, realizada em 2010 foi divulgada há dois meses, com novos dados e não aparece no endereço eletrônico oficial do clube.
A área de estatísticas dos sites é um caso à parte dos sites . Não raro, endereços não oficiais dos clubes exibem informações mais detalhadas de jogadores, partidas, história…
Outro ponto importante frequentemente esquecido é a interatividade com o torcedor. Em poucos sites há espaço para o fã se manifestar, conversar, opinar… enfim: mostrar para o clube que ele existe. E nenhum meio de comunicação é tão capaz de dar voz ao consumidor como o digital.
Com 70 milhões de pessoas com acesso à internet, o Brasil é uma potencia do mundo online. Este canal de comunicação entre clube e torcedor deve ser pensado com carinho.
Twitter: @etironi


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