Crise de técnicos



Desde que demitiu Muricy na metade de 2009, o São Paulo procura um técnico. Ricardo Gomes foi uma aposta sem convicção, que se mostrou errada.

Andrade só foi efetivado no comando do Flamengo em meados de 2009 após a demissão de Cuca porque começou a ganhar. Acabou campeão. Mas agora está desempregado.

Há poucos anos, Leão solto no mercado era sinônimo de tormento para técnicos empregados, mas com desempenho ruim.

Hoje, São Paulo e Fla, sem treinador, não cogitam, pelo menos aparentemente, a contar com os serviços do treinador, demitido do Goiás.

Tite está sem clube desde que saiu do Inter, ano passado.

Luxemburgo, sonho de consumo de quase todos os clubes brasileiros até outro dia agoniza junto com o Atlético-MG na zona do rebaixamento. Não ganha um título de expressão desde o Brasileiro de 2004 com o Santos.

Silas e Wagner Mancini, da nova geração, fracassaram em suas tentativas de dirigir times de ponta (Mancini no Vasco e Santos, Silas no Grêmio).

Sergio Baresi no São Paulo e Rogério Lourenço, no Flamengo, surgiram como aposta mas já fracassaram.

O Grêmio aposta em um ídolo, Renato Gaúcho, que ainda não vingou completamente como treindor.

A falta de técnicos é tamanha que o Palmeiras repatriou o campeão do mundo Felipão a peso de ouro.

Muricy Ramalho e Dorival Júnior e talvez Adilson Batista, Celso Roth e Joel Santana sejam as exceções do momento em um mundo de mediocridade. Sem contar Mano Menezes, na Seleção.

São 20 clubes na série A, pelo menos 12 de ponta. Tem pouco técnico bom para muito clube no Brasileirão.

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