Ano eleitoral também no futebol



Esta é a minha coluna publicada no Diário LANCE! de hoje, na página 3. Dê os seus pitacos sobre ela.

É praxe que em ano de eleição os candidatos que já estão no poder aceleram e inauguram obras para mostrar serviço e ganhar o eleitor. Este ano, com tantos postos em disputa, a história se repete. É só prestar atenção para ver.

Mas este fenômeno não é restrito só à política e se aplica perfeitamente ao futebol. Quatro dos grandes clubes do Brasil terão eleições presidenciais este ano: Palmeiras, Fluminense, Internacional e Grêmio. E os investimentos de pelo menos três destes clubes em reforços é espantoso.

O Palmeiras repatriou todos os ídolos recentes possíveis: trouxe Kleber, Valdivia e Felipão, este último a preço de ouro. Foi a última cartada de Luiz Gonzaga Belluzzo para tentar sair vencedor na eleição do clube no fim do ano.

Ele, que chegou ao poder amparado pelo sonho de uma administração diferente, foi perdendo popularidade à medida que o time fracassava. A sorte está lançada, portanto.

No Fluminense, Belletti, Emerson, Washington e, principalmente, Muricy Ramalho, este último também contratado a peso de ouro. E não dá para esquecer de Deco, que desde antes da Copa negocia.

Em ano eleitoral, a Unimed abriu a mão e fez contratações. Chegar no período eleitoral, em novembro, com o time disputando as primeiras colocações no Brasileiro, será uma propaganda com que qualquer candidato gostaria de contar.

O Inter aposta suas fichas na conquista da Libertadores e para isso repatriou de uma vez só Tinga, Rafael Sobis e o goleiro Renan. Como se vê, o futebol imita a vida também na política.



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