Felipão encontra um Palmeiras mais frágil



Em 2000, Felipão mostrou ser capaz de levar um time médio muito longe.

Naquele ano na Libertadores, levou um Palmeiras razoável à decisão contra o Boca Juniors eliminando no meio do caminho nada menos do que seu maior rival, o Corinthtians. Que na ocasião tinha mais time.

Extrair o máximo e um pouco mais de um time será a missão do técnico novamente. O atual Palmeiras é médio. Com a presença de Scolari no banco a tendência é a de que já seja mais competitivo.

Não dá para duvidar da capacidade de um técnico que tem duas copas do mundo no currículo e incríveis colocações: campeão em uma, quarto lugar na outra.

E ter um técnico ter afinidade com o clube conta muito. A de Scolari com o Palmeiras é enorme.

Portanto, nada mais natural que a torcida palmeirense esteja muito entusiasmada com a chegada do técnico.

O que deve ser ponderado: o último bom trabalho de Felipão foi em 2006, justamente com Portugal na Copa. Após isso, ele fracassou no Chelsea e desapareceu no futebol do Uzbequistão.

Agora, volta aos holofotes para um desafio enorme. Maior do que qualquer outro que ele teve pelo mesmo Verdão entre 1997 e 2000.

Outra ponderação: a diretoria do Palmeiras está fazendo um esforço enorme para formar um time forte. Sabe-se lá a que custo e como esta conta vai fechar.

E você, o que achou da volta de Felipão ao Palmeiras?



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