A Seleção como um relógio



Esta é a coluna publicada no diário LANCE!, página 3, nesta quinta-feira (03/06). Dê seus palpites.

Tudo bem que o jogo não valia nada, era contra a seleção do (como é o nome mesmo, Robinho?) Zimbábue e que valia mais para o ditador Robert Mugabe do que para testar a SeleçãoBrasileira. Mas a impressão que passou é a de que o time de Dunga é sempre o mesmo, joga do mesmo jeito, contra quem quer que seja.

Não isso não é uma crítica à Seleção, é só uma constatação que pode ser avaliada de duas maneiras.

A primeira pelo lado positivo: time que joga de maneira sempre igual tem padrão de jogo, sabe o que quer em campo, sabe do que é capaz e onde não pode errar.

Assim tem sido o time de Dunga. Uma defesa muito forte. Quando tudo falha, Julio Cesar (melhor do mundo) não falha. E é o contra-ataque mais perigoso do mundo aliado a jogadores bem talentosos.

Nada saiu muito deste script na vitória tranquila contra o Zimbábue, a não ser que o time brasileiro jogou com freio de mão puxado, evitando alguma contusão de última hora.

Segunda-feira tem a Tanzânia pela frente (será que o Robinho vai acertar o nome desta vez?). Já dá para imaginar que a história do jogo será a mesma. Um sustinho no começo para depois matar o jogo com tranquilidade.

Agora, a análise pelo lado negativo: falta justamente improviso neste time. Falta emoção. A surpresa ontem contra o Zimbábue ficou, veja só, com um toque de calcanhar de Júlio Baptista, de quem pouco se esperava.

Bom, em sete jogos na Copa, um time sem surpresas pode muito bem vencer, Que seja assim!



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