Enquanto isso, na Itália…



Neste link aqui tem a minha opinião sobre os casos Adriano e Love e minha análise de como a imprensa tem feito o seu trabalho. Resumindo: é louvável que os dois jogadores não virem as costas para os lugares de onde eles vieram. Por outro lado, eles estão sujeitos à investigação da polícia e cobertura da imprensa sempre que aparecerem ao lado de traficantes, relacionados à prostituição ou à violência. É dever do Estado investigar e é dever da imprensa levar isso ao público.

A presidente do Flamengo Patrícia Amorim declarou nesta quinta-feira que o noticiário do Flamengo não deve estar nas páginas policiais, mas esportivas. Leia aqui. No mesmo dia, um clube semiamador da Itália foi punido por ter feito luto em homenagem a um mafioso morto. Leia aqui.

Como escrevi no post anterior, não há resposta definitiva para o tema, do envolvimento e convivência de atletas famosos com suas comunidades e com gente fora da lei. E esta resposta sobre os limites de cada um (atleta, imprensa…) só surgirá com discussão em alto nível. É isso o que eu espero no seu comentário. Comente.

 

 

 



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