Flamengo: a lei do Imperador



Analisando as confusões em que Adriano se meteu nos últimos dias:

A primeira, em 2 de junho.
O que aconteceu?
Adriano faltou ao treino pela manhã.

O que a diretoria alegou?
A culpa é do celular! O atacante teria tentado avisar Isaís Tinoco, mas o celular do gerente de futebol estaria com problemas. Até agora não se sabe o motivo da falta do imperador.

A segunda, em 9 de junho
O que aconteceu?
Adriano não apareceu no treino da manhã nem no treino da tarde no Ninho do Urubu.

O que a diretoria alegou?
Que ele tinha que comparecer em audiência na 1a Vara Familiar na Barra e não poderia faltar. Entretanto, pela manhã ele foi fotografado com na praia tomando água de coco com a mesma roupa com que foi a um pagode na noite anterior. À vara, de fato, ele apareceu só à tarde. Portanto, faltou ao treino da manhã. A diretoria não se manifestou sobre isso.

A terceira, 14 de junho
O que aconteceu?
Adriano não dormiu no hotel com a delegação após a humilhante goleada de 5 a 0 sofrida para o Coritiba e não voltou com o grupo no dia seguinte para o Rio de Janeiro.

O que a diretoria alegou?
Que a programação mudou e que os jogadores foram dispensados depois da partida contra o Coritiba. A apresentação ficou então marcada para um hotel na Barra da Tijuca, no dia 16 à tarde, antes da ida a Teresópolis.

Então ficamos assim: no Flamengo, a realidade é moldada de acordo com as escapadas do Imperador. Se ele falta, a programação muda. Se ele não aparece e não avisa, o celular não funcionou, se ele aparece na praia tomando água de coco, foi dispensado para ir à Justiça. É desta maneira que a diretoria do Fla diz que “não há regalias para o Imperador”.



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