Expulsão liquidou com os planos do Vasco



 

De uma coisa nenhum vascaíno pode reclamar: que o time reserva que entrou em campo ontem não jogou para ganhar. No primeiro tempo, foi uma correria desenfreada contra o Paraná. Marcação forte, pouco espaço para o adversário e tentativas de contra-ataque.

Desde o começo ficou claro que o caminho para o time de Dorival Júnior era pela esquerda, com lançamentos longos vindos da intermediária defensiva. A zaga paranista facilitava muito marcando em linha. E foi assim, pela esquerda, que saiu o gol vascaíno. Edgar em um belo cabeceio.
O problema foi que não deu nem tempo de o Paraná sentir o golpe e o empate já veio, também com cruzamento da esquerda e cabeceio certeiro. Ainda assim o jogo não es-
tava ruim para o Vasco. A filosofia de Dorival Júnior, marcação forte e saída pelas laterais seguia dando resultados. O imprevisto veio aos 39 minutos, quando Enrico recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Detalhe: o primeiro amarelo saíra a um minuto de jogo.
A expulsão atrapalhou muito. Dorival, ainda assim, fez alterações corajosas no intervalo: sacou o meia Fernandinho e colocou Pimpão, para tirar Edgar do isolamento no ataque. E tirou Jeferson para Ramon entrar e fortalecer o meio-de-campo.
De novo o jogo não estava ruim para o Vasco, mas em uma falta o Paraná fez o segundo. Nova alteração de Dorival: tirou Pará e colocou Nilton, para tentar resolver em uma bola parada, já que a bola não chegava à dupla de ataque. E em uma falta, quase Nilton empata.
Logo depois, veio o terceiro do Paraná. Não dá para dizer que o Vasco e principalmente seu técnico não tentaram vencer o jogo. Mas a expulsão de Enrico foi decisiva.



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