Dependência de Guerrero e falta de planejamento



Luciani

Luciano começou a partida a contra o Fluminense no banco de reservas (Foto: Miguel Schincariol)

Guerrero tem apenas oito gols em 2014. Poucos gols, é verdade. Mas a presença do centroavante peruano no ataque do Corinthians vai além das redes balançadas. Muito além, vale ressaltar. O camisa 9 é a referência ofensiva do time, sabe jogar dentro da área (com e sem a bola) e ainda tem se destacado como opção nas pontas.

Sem Guerrero, o ataque corintiano é ineficiente. A equipe toda, aliás, parece atuar sem padrão tático na frente. O que fazer para resolver isso? Contratar mais um centroavante. Romarinho, Romero e Luciano não são atacantes de referência. São bons jogadores, mas nem de longe fazem a mesma função do peruano.

Luciano, que segundo Mano Menezes é “goleador nato” e “chama gol”, começou a partida contra o Fluminense (empate em 1 a 1) no banco de reservas. Por que, então, Romarinho e Romero iniciaram o jogo como titulares? Decisão equivocada.

Enquanto Mano “quebra a cabeça” para montar um ataque sem Guerrero, a diretoria segue à espera de Nilmar. Até quando? Nilmar, se vier, vai cair como uma luva. Mas existe o (grande) risco de ele não ser contratado. O Corinthians vai esperar a negativa dele para correr atrás de outra opção? Não vejo problema de o Timão contratar um “plano B” e, ao mesmo tempo, negociar com o ex-parceiro de Tevez. O setor ofensivo precisa ser reforçado.

O mercado está difícil? Poucas opções? A base do Corinthians, que tem sido vitoriosa nos últimos anos, não tem nem sequer um centroavante para ser promovido e moldado? Erro de planejamento de todos do clube (base e profissional).



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