A grande Feira não abraçou o grande Corinthians



Uma quarta-feira normal. Comum e igual a todas de 365 dias de um ano. Foi assim o dia da cidade de Feira de Santana, na mesma data que receberia uma partida do Corinthians, pela Copa do Brasil, contra o Bahia de Feira. Diferentes de outros lugares do Brasil, onde o Timão arrasta multidões, a partida não vingou por aqui.

Sai pela manhã e vi poucos alvinegros com suas camisas. Também não vi torcedores do próprio Bahia de Feira. A camisa que mais aparece, tirando Bahia e o Vitória, é a do Flamengo. Um rubro-negro, inclusive, comprou ingresso para ver o duelo.

A procura de ingressos, assim como nos últimos dois dias, foi fraca. E o argumento continua sendo o salgado ingresso de R$ 80. A má fase do time local e a revolta com a eliminação precoce no Campeonato Baiano, também contribuiu. Se a fase do Timão não é boa, por aqui não é nada tão diferente.

O que chama a atenção de Feira é a sua grandeza. Quando falamos em interior da Bahia, já vem na cabeça “meio do nada”, “fim de mundo”, “onde Judas perdeu as botas”… Mas não é o caso daqui. A cidade funciona muito bem, obrigado. Tem trânsito, comércios similares aos das grandes capitais, avenidas longas…

O shopping local, aliás, é muito melhor que muitos de São Paulo. Organizado, limpo e com lojas conhecidas. Tem também bons restaurantes. O que falta mesmo para essa carismática cidade virar atrativo turístico é uma praia. Muitos dizem que o funcionamento das coisas aqui é melhor que da capital Salvador, que esbanja natureza à beira do mar. Feira tem tudo para continuar crescendo

 

 



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